A empresa é um ser vivo e pulsante.

Por Marcos Alencar É comum imaginarmos uma empresa pelas suas instalações físicas e equipamentos. Lá adiante, está aquele bloco de concreto, seus veículos, suas salas, enfim. Não é natural, imaginarmos que esta empresa (a mesma) é um ser vivo e pulsante. Me corrijo sempre, para enxergar as empresas dessa forma, de qualquer porte, ramo de negócio, dimensão e riqueza. Ora, se a empresa é formada por pessoas, em todos os escalões, nada mais natural do que chegarmos facilmente a esta conclusão e aprendermos com isso. O humor da empresa, está diretamente associado com o que ela proporciona de alegria, realizações, prosperidade, esperança aos seus subordinados, aos que dependem dela. As chefias possuem filhos, saldo bancário, amigos, são torcedores (de futebol por exemplo), fazem parte de grupos (no clube, na religião, nas associações) e passam todos os dias por um emaranhado de emoções que se transferem de certo modo para o seu exercício diário profissional. Se ficarmos (isentos) do outro lado da rua observando a empresa como um ser vivo, repleto de pessoas que a cada minuto podem sofrer alteração das suas emoções (humor, estímulo, ânimo) passamos a entender porque temos organizações vencedoras, fortes, alegres, que nos dá uma imensa satisfação de ali estar. Outras, não atendem este mesmo requisito básico, não nos passam prazer, é como se estivéssemos num eterno velório, num dia de domingo a tarde chuvoso e com a segunda-feira imediata repleta de problemas sem solução. Quero estimular com este post, sem pretender aqui esgotar o tema, principalmente aos gestores (aos que mandam em algum setor, segmento, em grupo de empregados) que o bom humor da equipe é vital para se alcançar o sucesso empresarial mais rapidamente, com eficácia, e, de forma duradoura. O verdadeiro chefe (que está antenado nestas emoções da sua equipe) deve tornar a depressão emocional da segunda-feira chuvosa como uma sexta a tarde ensolarada, que nos passa a sensação de que todos os problemas estão resolvidos e o final de semana nos aguarda de braços abertos. Estabilizar esta curva bipolar de euforia e depressão é uma tarefa gratificante. Se formos para prática, o gestor pode organizar atividades mais estimulantes e prazerosas nos dias mais críticos da empresa, criando assim uma onda contrária de bom humor, de alegria e de esperança, de que aquele dia será bom, será produtivo. Eu procuro me estimular com a música, nos dias mais agitados, na sexta-feira que me referi recomenda-se uma música mais branda, para dar um equilíbrio na pressa que se quer resolver tudo, nas segundas-feiras precisamos de algo mais animado, novo, diferente, dando cor aquele dia tão chato. Havendo este estímulo emocional, nestes picos de crise, a empresa tende a ganhar muito com isso, porque o grupo passa a emocionalmente trabalhar de forma mais animada, mais alegre, dinâmica. Isso afasta todos os males, as disputas, as intrigas, até as doenças. A imunidade e auto estima do grupo cresce, envaidece aos que fazem parte daquela equipe. Lembre-se que muitos são os times que vencem os jogos pelo grito da torcida. A partir desta provocação, eles se superam e vencem desafios que aparentavam como intransponíveis, mas que pela fé do grupo, e, a sua união de momento, são superados. A empresa é um ser vivo e pulsante, porque é feita de pessoas, que a cada dia que passa estão sujeitas as emoções trazidas pelas suas vidas. Em suma, considere isso, para que entenda o por que de algumas empresas nos passarem esta sensação de bem estar e outras, de puro velório.  ]]>

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