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Quinta, 11 de agosto de 2022

Justiça Americana também demora para julgar caso trabalhista.

Justiça Americana também demora para julgar caso trabalhista. Olá, Transcrevo curiosa notícia abaixo, que uma empresa de móveis e eletrodomésticos americana foi condenada ao pagamento de indenização por assédio sexual grave de um gerente contra a funcionária, em 95 milhões de dólares, sendo esta a maior já fixada pela Justiça daquele país. O que observo é que o processo tramita desde 2008 e ainda não chegou ao seu final. Isso deixa claro que, quando o assunto é trabalhista, a apuração dos fatos e provas demanda mais tempo do que o normal. Mesmo nos Estados Unidos, aonde conta com uma maior estrutura judiciária do que a brasileira, verificamos isso, um processo que rola há três anos e ainda está em grau de recurso. Segue a notícia: Rede de lojas nos EUA deve indenizar ex-funcionáriaPor Rafael Baliardo A Aaron’s, uma popular cadeia de lojas que arrenda e vende móveis e eletrodomésticos, nos Estados Unidos, deve pagar US$ 95 milhões à ex-funcionária Ashley Alford. Motivo: ela foi abusada sexualmente, de forma “aviltante e humilhante”, por um ex-gerente da unidade da Aaron’s de Saint Louis, Illinois. A decisão foi tomada por um tribunal de júri do estado de Illinois. De acordo com o jornal New York Daily News, é o maior valor já estipulado para uma pena de abuso sexual individual nos Estados Unidos. Ashley Alford moveu uma ação contra a Aaron’s em 2008 (O PROCESSO DEMOROU 3 ANOS E AINDA ESTÁ EM FASE DE RECURSO). De acordo com o processo, depois que ela passou a trabalhar na empresa em 2005, Richard Moore, que gerenciava a unidade na época, apelidou deliberadamente a nova funcionária de “Alford Trixie”. A expressão “trixie” é usada geralmente de forma depreciativa e, neste caso em particular, para sugerir que a Ashley se comportava como uma prostituta. As agressões culminaram quando, em 2006, segundo ela, o gerente a surpreendeu na seção de estoque da loja. Ela relatou que o gerente a imobilizou no chão, retirou seu pênis da calça e começou a batê-lo no topo de sua cabeça. E que, no mesmo dia, a agressão se repetiria de forma ainda mais violenta. A ex-funcionária contou que foi imobilizada em um sofá, teve a blusa levantada e o gerente se masturbou sobre ela. Segundo, o jornal The Atlanta Journal-Constitution, o valor de US$ 95 milhões deve ser reduzido para US$ 40 milhões em razão de uma lei federal que limita tetos para ações do tipo. A defesa da Aaron’s anunciou que vai recorrer da decisão. Os advogados da companhia criticaram o que chamaram de “desproporção” na fixação do valor da pena. De acordo com o texto do veredicto, o patrimônio líquido da Aaron’s é estimado em torno de US$ 980 milhões. Sds Marcos Alencar]]>

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