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Sexta, 17 de setembro de 2021

654.946 sem emprego. O que fazer?

Prezados Leitores,

Realmente assustador os dados de dezembro de 2008. Inimaginável para os analistas, que teríamos um número desses em 2008. O que fazer ? [Clique abaixo e leia mais sobre …………….]

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Bem, para o Governo, não pode perder a calma e nem culpar o primeiro que aparece, no caso, os empresários. Se estamos num atoleiro catastrófico por conta da crise, é de mão unidas com o empresariado que vamos conseguir sair.

Os dados comprovam como índice de emprego é sensível no mercado de trabalho brasileiro, pois mesmo conhecendo o alto custo de treinamento e de contratação, os empregadores não tiveram escolha e demitiram muito.

É por isso que eu defendo “desde o tempo das caravelas” que o ato de empregar tem que ser barato. Agora, no meio dessa enorme turbulência, com tendência de aumentar, o Governo tem que correr atrás do que deveria ter feito quando o “céu estava de brigadeiro” a tão sonhada desoneração da folha de pagamento.

Vários jornais noticiam hoje que a CUT apoia o projeto da desoneração da folha de pagamento já, nem que seja por um período, para que esse fôlego extra mexa no mercado e faça a coisa andar e o índice de empregabilidade reagir.

Eu também não consigo ver uma saída melhor do que essa. Baixar os juros, OK, todos nós sabemos que é necessário – observando o dólar – mas infelizmente o baixa ou a catástrofe terá proporções bem maiores.

Entenda que o “time” dos empregadores tem que vencer o jogo, e agora contam com menos pessoas no time para virar a partida. Os juros altos retira mais ainda essa possibilidade, pois soma-se tudo, as demissões, os processos trabalhistas que virão, a baixa produtividade da empresa, e o custo do dinheiro, o que pode fazer com que muitos desistam e “coloquem o burro na sombra”ou seja, vão usar o pouco dinheiro que ainda resta noutras atividades de menor custo.

Menor custo é divergente de empregabilidade. Vamos ver o que surge nos próximos dias, penso sempre de forma positiva, por pior que esse índice alarmente possa parecer, ele pelos menos serve de um alerta bem vermelho de que a crise já se instalou e que temos que reagir, que ir a luta, e não desistir do ideal de termos um país melhor, com mais renda e emprego.

Sds Marcos Alencar

 

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