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Terça, 26 de outubro de 2021

Empregadores precisam mais de anzol que de peixes.

Com esse título queremos afirmar que para atenuar o previsível aumento do desemprego no País, só através de medidas sedutoras aos que empregam é que vamos manter o nível de empregabilidade em patamar aceitável.  Uma delas e que já está pronta, é a desoneração da folha de pagamento.

O projeto de desoneração gradativa da folha de pagamento está na gaveta do Presidente Lula desde a sua primeira posse, quanto ainda Ministro do Trabalho Jacques Wagner. Tivemos a oportunidade de debater a proposta numa audiência pública perante o TST em Brasília.

O projeto nada mais é do que parte integrante da também engavetada reforma trabalhista, e que diminui gradativamente as despesas acessórias sobre a folha de pagamento, deixando de penalizar quem emprega mais e paga melhores salários.

O empresariado através das suas representações sindicais, e idem as centrais dos trabalhadores, devem cobrar isso do Governo, pois dessa forma teremos sim algo de novo no trabalhismo brasileiro, permitindo que os empregados sejam mantidos nos postos de trabalho.

Essa medida é um contraponto aos projetos que tramitam as pressas na Câmara dos Deputados, a exemplo do que pretende dar estabilidade anual para o marido das gestantes. 

O peixe são as ajudas financeiras prometidas para alguns setores, que são bem-vindas, mas que não resolvem o problema, só servem de paleativo. É de anzol que o mercado de trabalho precisa. A desoneração seria excelente.

Sds Marcos Alencar. 

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