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	<title>Marcos Alencar &#187; Execução trabalhista</title>
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	<description>Trabalhismo em Debate</description>
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		<title>Como calcular o Repouso Semanal Remunerado dos Comissionistas?</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 08:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/como-calcular-o-repouso-semanal-remunerado-dos-comissionistas/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/como-calcular-o-repouso-semanal-remunerado-dos-comissionistas/" data-text="Como calcular o Repouso Semanal Remunerado dos Comissionistas?" data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/como-calcular-o-repouso-semanal-remunerado-dos-comissionistas/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/como-calcular-o-repouso-semanal-remunerado-dos-comissionistas/"></g:plusone></div></div><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/12/11960descanso.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3962" title="11960descanso" src="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/12/11960descanso-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Bem, segundo o “guia trabalhista”  que assino, acompanho e recomendo, a orientação dada para fins de cálculo do valor do repouso semanal remunerado dos empregados que recebem pagamento de salário mediante comissões (variável), é a seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, se o valor do salário for fixo + comissões, considere que o fixo já traz embutido o repouso semanal remunerado, ou seja, o fixo já remunera os 30 dias. Quanto ao variável, a parte do salário que se refere as comissões, estas só remuneram os dias efetivamente trabalhados, por isso que deve ser calculado o repouso semanal remunerado desta parte do salário.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo, é que não existe Lei definindo o cálculo da parcela do repouso semanal remunerado dos empregados comissionistas. Portanto, antes de prosseguir verifique se a norma coletiva da categoria profissional não prevê um critério para sua apuração.</p>
<p style="text-align: justify;">Terceiro, segundo o “guia trabalhista” a orientação a ser seguida é a mesma adotada para os empregados que são remunerados por tarefa. Nestes casos, a forma de calcular o repouso semanal remunerado, é a seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">1 Divide-se o valor total das comissões recebidas no mês pelo correspondente número de dias efetivamente trabalhados;</p>
<p style="text-align: justify;">2 Multiplica-se o resultado pelo número de domingos e feriados existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">3 A fórmula de cálculo fica: RSR  =  (comissões)  x    domingos e feriados do mês número de dias úteis ( Importante: O sábado é considerado dia útil, exceto se recair em feriado).</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplo do Guia Trabalhista: Empregado auferiu no mês de novembro/2010 um total de comissões de R$ 1.560,00. Seu DSR corresponderá: Mês nov/10 = 24 dias úteis 4 domingos e 2 feriados DSR = ( R$ 1.560,00 )  x 6  (4 domingos e 2 feriados) 24 DSR = R$ 65,00  x  6 DSR = R$ 390,00.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Quer mais acordos? Ajudem os executados!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 03:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, defender executado não é tarefa fácil. Mas, defender exequentes, credores, é uma tranquilidade. Partindo dessa premissa, vejo como fácil defendermos este Post, que inicia com um título provocante, do tipo: &#8220;Quer mais acordos? Ajudem os executados.&#8221; O nosso ordenamento jurídico desampara por tradição quem deve. Não temos sequer um Código de Defesa do Contribuinte, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/quer-mais-acordos-ajudem-os-executados/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/quer-mais-acordos-ajudem-os-executados/" data-text="Quer mais acordos? Ajudem os executados!" data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/quer-mais-acordos-ajudem-os-executados/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/quer-mais-acordos-ajudem-os-executados/"></g:plusone></div></div><p><a href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/12/21435693_4.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3950" title="21435693_4" src="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/12/21435693_4-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Bem, defender executado não é tarefa fácil. Mas, defender exequentes, credores, é uma tranquilidade. Partindo dessa premissa, vejo como fácil defendermos este Post, que inicia com um título provocante, do tipo: &#8220;Quer mais acordos? Ajudem os executados.&#8221;</p>
<p>O nosso ordenamento jurídico desampara por tradição quem deve. Não temos sequer um Código de Defesa do Contribuinte, ou seja, se és devedor, a porta do inferno está a sua espera. A Lei é dura, sem piedade. Verdade que existe o tão desrespeitado artigo 620 do Código de Processo Civil, que grita no deserto que a execução deve se processar do modo menos gravoso contra a pessoa do executado. Pura teoria, porque na prática isso não vem sendo aplicado. Ao executado trabalhista, só falta reservar lugar na fila da forca.</p>
<p>Eu defendo um ponto de vista totalmente avesso e diferente daquele que norteia os caminhos dos que julgam e do próprio Poder Judiciário. A Cartilha do Poder Judiciário Trabalhista é executar de todas as formas (bloqueio de crédito ilimitado, penhora, remoção, bloqueio na boca do caixa, do bem de família do sócio e dos ex-sócios, etc..). A agressividade na busca de bens de quem deve um processo trabalhista, é preponderante.</p>
<p>Meu ponto de vista é outro, é o de ajudar e dar força e impulso aos executados. Uma coisa é certa, ninguém pode dar aquilo que não tem. De nada adianta confiscar todos os equipamentos, penhorar a sede, bloquear o dinheiro do caixa e das contas bancárias da empresa, se tais recursos não servem para quitar a dívida; Se tal procedimento fecha a empresa e faz com que ela deixe de pagar impostos, gerar empregos (diretos e indiretos), consumir, produzir, etc. Portanto, a minha ideia é ajudar ao executado a sair do &#8220;atoleiro&#8221; e a pagar o que deve. É o de fazer mais com menos.</p>
<p>Vamos dar um exemplo: Uma Padaria de pequeno porte, com cerca de 2o empregados, tem uma dívida trabalhista, em fase de execução, de R$50.000,00. A sede da padaria é própria, vale com paciência na venda uns R$150.000,00. Imagine a Justiça agindo em prol do executado. O Judiciário através de um convênio com o Banco do Brasil, CEF, BNDES, solicita um estudo de viabilidade para fins de empréstimo total ou parcial para pagamento da dívida, sem comprometer a existência da Padaria que está sendo executada. A estudo concluir ser positivo o pagamento da causa pelo Banco e ao mesmo tempo a concessão de linha de crédito para Padaria cumprir com o pagamento da dívida em suaves prestações (ex. 50 x 1.000,00 + juros baixos), ficando a sede hipotecada. Resultado: O reclamante recebeu a sua dívida, sem desconto. O Banco emprestou o dinheiro com segurança, face a hipoteca e por ter depositado o crédito nos autos do processo. O executado,  sobrevive. Terá que pagar a módica parcela mensal, mas não terá a sua atividade e fluxo de caixa inviabilizado.</p>
<p>Isso sim é o que podemos denominar de Justiça Social. Fazer este tipo de Justiça, não é apenas de salvar a dívida do credor reclamante, mas de solucionar o problema prejudicando o menor número de pessoas possível. O executado, no citado exemplo, continua gerando seus empregos e pagando seus tributos. A Padaria existe e gera negócios diretos e indiretos, além de produzir alimento para população de baixa renda. Sei que tudo isso não é fácil, mas é possível.</p>
<p>No método convencional, que atualmente vem sendo equivocadamente aplicado, estaria a Padaria com seu caixa bloqueado, suas contas idem, a sede penhorada para se vender por 30% do valor que ela vale no mercado, ou seja, estaria decretado o encerramento do negócio e a morte da galinha dos ovos de ouro. Tudo isso, em prol de uma única pessoa, o reclamante. Os demais trabalhadores que dependem da tal Padaria, estariam na busca de novo emprego e o dono, mais um na fila dos falidos. As famílias, desagregadas.</p>
<p>Em suma, cabe ao Poder Judiciário entender que a única forma de resolver as milhares de execuções que estão emperrando as estatísticas e metas, é ajudando e solidarizando-se com o executado. Perseguir o executado, o enfraquece, o faz desistir de gerar riqueza e de crescer. Se o executado vai mal, do mesmo mal sofrerá a tua dívida, isso é óbvio.</p>
<p>Pena que tudo isso não vem sendo visto pelo Poder Judiciário. Ao invés de aterrorizar os executados e caça-los quanto aos seus bens, precisamos ajuda-los a  pagar o que devem, sem que isso comprometa as suas vidas. Temos que dar esta consultoria básica e emergencial para que ele executado pague o que deve e continue vivo. Se o Poder Judiciário quer explodir com a quantidade de acordos basta criar um mecanismo que facilite o executado em honrar as suas dívidas, pois como lhes disse, sem dinheiro não há como se cobrar eficazmente uma dívida/execução.</p>
<p>Algo a se pensar!</p>
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		<title>O que esperar dos resultados práticos do BNDT.</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 10:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/o-que-esperar-dos-resultados-praticos-do-bndt/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/o-que-esperar-dos-resultados-praticos-do-bndt/" data-text="O que esperar dos resultados práticos do BNDT." data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/o-que-esperar-dos-resultados-praticos-do-bndt/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/12/o-que-esperar-dos-resultados-praticos-do-bndt/"></g:plusone></div></div><p><a href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Fotolia_11361079_S2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3945" title="Full blue folder icon isolated on white" src="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Fotolia_11361079_S2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Bem, uma coisa é certa, o TST merece aplausos por ter resolvido um grandioso problema, que é o de disponibilizar à própria parte os seus processos e dívidas. A guerra era grande, quando o assunto recaia nas mãos das auditorias. Isso porque não se tinha um dado concreto fornecido pela Justiça do Trabalho. Neste particular, merece aplausos.</p>
<p>Quanto ao Banco de dados, entendo que haverá um momento de certo receio, quanto a imagem, mas aos poucos haverá a chegada da sensação de “costume”. As pessoas passam a ficar acostumadas com o seu nome inserido no cadastro de devedores, isso principalmente quanto as pessoas jurídicas.</p>
<p>Entendo que será, para as grandes corporações, impossível manter-se sem nenhum registro. A quantidade de demandas só aumenta. As pessoas estão tendo mais consciência de seus direitos, a Justiça estará mais célere por conta do processo eletrônico, enfim, tudo isso ajuda e estimula a que os conflitos deságüem no Poder Judiciário.</p>
<p>Mas, o tempo é o senhor das coisas, vamos aguardar. Segue a notícia do site do TST:</p>
<p>Devedores trabalhistas podem consultar cadastro e antecipar pagamentos</p>
<p>Imprimir Devedores trabalhistas podem consultar cadastro e antecipar pagamentos</p>
<p>(Seg, 12 Dez 2011 19:56:00)</p>
<p>A partir da próxima quinta-feira (15), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) abrirão uma consulta prévia ao Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT), que permitirá aos empregadores verificar sua situação quanto ao pagamento de dívidas decorrentes de condenações pela Justiça do Trabalho. A consulta, regulamentada por ato da Presidência do TST, foi facultada a partir de uma demanda feita ao presidente do Tribunal, ministro João Oreste Dalazen, pelos próprios empregadores, preocupados com a entrada em vigor, no dia 4 de janeiro, da Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas.</p>
<p>A consulta poderá ser feita no período de 15/12/2011 a 3/1/2012 pelo portal do TST na Internet. O Ato Conjunto TST/CSJT nº 41/2011 regulamenta a abertura pública do BNDT &#8220;em caráter provisório e precário&#8221;. O banco ainda está em fase de alimentação e seu conteúdo, portanto, é parcial. A consulta, assim, tem efeito meramente informativo, e as certidões expedidas nesse período não terão valor legal, porque podem não refletir a real situação do devedor.</p>
<p>Para o ministro Dalazen, o interesse demonstrado por diversas empresas e instituições de tomar ciência prévia de sua inclusão no banco de devedores já é um indicador positivo da importância da Certidão Negativa para a efetividade do cumprimento das decisões judiciais. A partir de sua entrada em vigor, as empresas interessadas em licitar com o poder público terão de apresentar a certidão para atestar que não têm dívidas pendentes. Cientes de sua situação, ainda que de forma parcial, os empregadores (inclusive as grandes empresas, que são parte em grande número de processos e muitas vezes possuem condenações subsidiárias ou solidárias) poderão providenciar a quitação do débito antes de 4 de janeiro.</p>
<p>Devedores já se mobilizam</p>
<p>Para diversos trabalhadores que têm créditos a receber de seus empregadores ou ex-empregadores, a certidão negativa nem entrou em vigor, mas os efeitos da  Lei nº 12.440/2011 já começam a surgir. Devedores se mobilizam para fazer pagamentos voluntários em execução trabalhista pela simples possibilidade de inclusão de seu nome no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT).</p>
<p>Juízes do trabalho de todo o País comemoram os resultados precoces. &#8220;Era previsível esse tipo de efeito em empresas com o mínimo senso de organização&#8221;, afirma o juiz Antonio Umberto de Souza Júnior, da 6ª Vara do Trabalho de Brasília. &#8220;Ainda que a limitação jurídica não tenha começado a valer, há a limitação de imagem pela inclusão do nome na lista de devedores&#8221;. De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF-TO), só na 21ª Vara do Trabalho de Brasília, por exemplo, já houve dois casos de pagamento voluntário de dívidas por empresas de grande porte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Mato Grosso, a situação se repete. As empresas de telecomunicações são as que mais estão procurando a Justiça para quitar débitos. A Brasil Telecom já protocolou proposta de acordo na Vara de Lucas do Rio Verde, como conta a juíza auxiliar da presidência do TRT da 23ª Região, Eleonora Lacerda. &#8220;Essas empresas estão adiantadas nesse processo por serem mais bem organizadas juridicamente e anteverem o problema&#8221;, avalia. &#8220;Como elas participam de licitações quase que diariamente, estão trabalhando para não sofrer a consequência de uma certidão positiva&#8221;. Segundo a magistrada, a procura se dá em decorrência da imposição feita pela lei que criou a CNDT. &#8220;Dessa forma, e considerando o recesso prestes a começar, as empresas estão se antecipando para evitar problema futuro&#8221;, acrescenta.</p>
<p>No Ceará, a Telemar-OI também procurou a Justiça do Trabalho com o propósito de fechar acordos trabalhistas. E a CNDT foi a grande responsável por isso, segundo a juíza Gláucia Monteiro, do TRT da 7ª Região. &#8220;Acredito que é uma tendência dos grandes devedores, porque eles não querem se arriscar a perder uma licitação. E como a validade da CNDT é de seis meses, cometer novos débitos nesse período pode não ser uma boa ideia&#8221;, diz ela.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, além do interesse dos devedores no pagamento, várias consultas têm sido feitas em relação à garantia do juízo. &#8220;Parece que os devedores, com o intuito de obter uma certidão positiva, com efeito de negativa, estão preocupados com a qualidade da garantia do juízo, com vistas a evitar a discussão sobre a avaliação e aceitação dos bens indicados&#8221;, diz o juiz Marcelo Bergmann Hentschke, do TRT da 4ª Região. O magistrado avalia que os TRTs que adotarem a sentença líquida (nas quais os valores da condenação já vêm especificados) terão uma nova e efetiva fase de conciliação, logo após a homologação dos cálculos ou da citação para pagamento.</p>
<p>(Carmem Feijó/TST e Noemia Colonna/CSJT)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>James Bond 007, em breve, será contratado pela Justiça do Trabalho?</title>
		<link>http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/11/james-bond-007-em-breve-sera-contratado-pela-justica-do-trabalho/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 08:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Creio que não! Mas, estamos perto disso. A notícia que transcrevo abaixo eu clipei no site do TRT de Minas Gerais,  e se refere ao Depin? O que é isso? Ora, o Depin é um departamento de inteligência que foi criado pelo TRT da Bahia para encontrar os devedores trabalhistas e seus bens; os laranjas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/11/james-bond-007-em-breve-sera-contratado-pela-justica-do-trabalho/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/11/james-bond-007-em-breve-sera-contratado-pela-justica-do-trabalho/" data-text="James Bond 007, em breve, será contratado pela Justiça do Trabalho?" data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/11/james-bond-007-em-breve-sera-contratado-pela-justica-do-trabalho/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/11/james-bond-007-em-breve-sera-contratado-pela-justica-do-trabalho/"></g:plusone></div></div><p><a href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/11/JamesBondLogo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3909" title="JamesBondLogo" src="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/wp-content/uploads/2011/11/JamesBondLogo.jpg" alt="" width="276" height="400" /></a>Creio que não! Mas, estamos perto disso. A notícia que transcrevo abaixo eu clipei no site do TRT de Minas Gerais,  e se refere ao Depin? O que é isso? Ora, o Depin é um departamento de inteligência que foi criado pelo TRT da Bahia para encontrar os devedores trabalhistas e seus bens; os laranjas, sócios de fato, etc.  Isso demonstra que vale a pena investirmos pesado na prevenção de litígios e nos acordos trabalhistas, quando esses litígios surgem. As mudanças que ainda estão por vir nessa fase de processo, a execução, são gigantes.</p>
<p>Dificilmente se escapará das garras dos Magistrados Trabalhistas, àquele devedor que está fugido, mas que possui uma atividade rentável, ou bens, mesmo que em nome de outras pessoas. O lamentar disso tudo, é que está se nivelando por baixo, o Judiciário é muito agressivo nas execuções e suprime- em alguns casos – o direito a ampla defesa, ao contraditório, e a publicidade. Pela Constituição Federal, mas pessoas devem ser informadas de tudo, de todos os atos do Poder Público, a publicidade é uma obrigação do Estado.</p>
<p>Nas execuções, vejo muita ocultação de procedimentos, na ânsia de atingir os objetivos de captar dinheiro e bens. Não podemos nos curvar a isso, a Justiça não pode proceder de forma maquiavélica, ou seja, importando mais o atingimento dos objetivos do que os meios.</p>
<p>Segue a notícia:</p>
<p>A inteligência a serviço da execução trabalhista (23/11/2011)</p>
<p>Cruzamento de dados obtidos por meio de convênios fecha o cerco a devedores trabalhistas. O TRT baiano, por exemplo, criou um serviço de inteligência para localizar bens e receber informações dos cidadãos sobre os devedores</p>
<p>21/11/2011 &#8211; A primeira edição da Semana Nacional da Execução Trabalhista na Bahia contará com a atuação de um serviço de inteligência pioneiro criado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região. Vinculado à Central de Execução e Expropriação, o Departamento de Inteligência (Depin) estará a postos para ajudar Varas e demais unidades judiciárias a localizar devedores.</p>
<p>Segundo a coordenadora da Central de Execução do Regional, juíza Angélica Ferreira, a implantação do Depin aumentou a efetividade das ações em fase de execução, permitindo a razoável duração do processo. Além disso, os procedimentos referentes à citação de devedores e leilão de bens penhorados pela Justiça passaram a ser uniformes e centralizados. &#8220;Utilizamos como ferramentas principais a pesquisa em bancos de dados sigilosos de diversos órgãos públicos e empresas parceiras que permitem o acesso às informações mediante convênios celebrados com o Tribunal&#8221;, explica a magistrada.</p>
<p>Em todas as buscas efetuadas pelo Depin, quando um cadastro não fornece a informação desejada, a unidade recorre ao banco de dados de outra instituição conveniada e cruza as informações obtidas, o que resulta em um banco de dados cada vez mais consolidado e atualizado. O Tribunal dispõe de acesso a diversos cadastros, todos de caráter sigiloso. &#8220;Como o número de devedores com localização desconhecida nos processos é muito significativo, quanto maior o leque de opções de pesquisa, maior a chance de as execuções das dívidas serem bem sucedidas&#8221;, acrescenta a juíza.</p>
<p>Números: De setembro de 2010 a agosto de 2011, o departamento recebeu e pesquisou a localização de aproximadamente 12,5 mil devedores, entre pessoas físicas e jurídicas. Somente no mês passado, a unidade atendeu mais de 700 solicitações &#8211; por e-mails, ofícios e mandados judiciais &#8211; oriundas das varas trabalhistas, do setor de leilões e dos oficiais de Justiça.</p>
<p>As principais demandas dos aproximadamente 60 mandados e 25 correspondências que diariamente chegam à unidade, segundo o servidor que chefia o setor, são pesquisas sobre endereço atualizado, localização de bens e composição societária de empresas.</p>
<p>Canal com o cidadão</p>
<p>Embora seja um serviço com atuação sigilosa, qualquer cidadão com processo na Justiça pode colaborar no fornecimento de informações que possam ajudar os juízes na localização de devedores e seus bens, pelo e-mail depin@trt5.jus.br ou do telefone             (71) 3284-6554      . Basta informar o número e a vara onde o processo tramita. O mais novo canal de atendimento foi disponibilizado ao público baiano em 11 de outubro deste ano e deve auxiliar na procura de empresas e de pessoas físicas executadas pela Justiça do Trabalho. (Reportagem: Lázaro Britto/TRT 5ª Região)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>EU DENUNCIEI EM 29-10-2010 &gt; FICHA LIMPA pode revolucionar o Processo Trabalhista.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 19:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Execução trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia ficha limpa]]></category>
		<category><![CDATA[art.5 LVII da CF/88]]></category>
		<category><![CDATA[condenação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[ficha limpa]]></category>
		<category><![CDATA[presunção da culpa]]></category>
		<category><![CDATA[princípio da presunção da inocência]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficha Limpa viola o art.5, LVII da CF/88, é inconstitucional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/05/a-ficha-limpa-e-a-justica-do-trabalho-o-que-tem-a-ver/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/05/a-ficha-limpa-e-a-justica-do-trabalho-o-que-tem-a-ver/" data-text="EU DENUNCIEI EM 29-10-2010  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"> FICHA LIMPA pode revolucionar o Processo Trabalhista." data-count="vertical" data-via="marcosalencar" ><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/05/a-ficha-limpa-e-a-justica-do-trabalho-o-que-tem-a-ver/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/05/a-ficha-limpa-e-a-justica-do-trabalho-o-que-tem-a-ver/"></g:plusone></div></div><h2>EU DENUNCIEI EM 29/10/2010 QUE A FICHA LIMPA PODE REVOLUCIONAR O PROCESSO TRABALHISTA.</h2>
<p style="text-align: justify;">Olá,</p>
<p style="text-align: justify;">NO POST que segue abaixo, há 07 meses atrás eu disse que a FICHA LIMPA ia revolucionar o processo trabalhista. Fui chamado por alguns de &#8220;maluco&#8221;. Hoje está postado no migalhas a seguintes nota (resumo) &#8221; <strong>A moda pegou&#8230; </strong>O TST entregou ontem ao MJ proposta de PL para efetivar o cumprimento de sentenças trabalhistas. Caso aprovada, o perdedor da reclamação trabalhista deverá pagar imediatamente, mesmo que recorra, quando a decisão for de acordo com a jurisprudência e as súmulas do TST<span id="_marker"> &#8221; -  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>EU DISSE QUE A MODA IA PEGAR, e que o que estavam dizendo que seria exceção iria se tornar regra e acabar com o PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DA INOCÊNCIA. Se a Justiça for célere, tudo isso estará suplantado, pois o que tenho visto são medidas paleativas, mais ou menos como impedir que os doentes fiquem na fila do SUS para ajustar a quantidade de leitos a fila. O cachorro está vindo antes do rabo! O judiciário deve buscar melhor estrutura e estimular a criação de um Código de Processo do Trabalho, pois o que falta a Justiça do Trabalho é gestão procedimental. Cada Vara tem a sua própria cartilha processual, quanto não cada Juiz adota a sua regra. </span><span>Tudo isso acontece porque não temos um  rito processual rígido, eficiente e padronizado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Diante disso, ao invés de atacarem o cerne do problema, ficam criando esse tipo de &#8220;gambiarra&#8221; de arranjo, querendo fexibilizar um dos princípios mais sagrados, que todos são inocentes antes que se prove o contrário e que só pode ocorrer execução em definitivo em casos transitados em julgado. Presumir a culpa de alguém é para terra de muro baixo, a exemplo dos vizinhos venezuelanos e bolivianos, é literalemente desprezar a Democracia e a Constituição cidadã que temos. É triste percebermos uma ação orquestrada dessas partindo de um orgão superior da Justiça, deprimente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Segue o post profético abaixo (de 29-10-2010): </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span> </span></p>
<h2>FICHA LIMPA pode revolucionar o Processo Trabalhista.</h2>
<p>Olá, no Vídeo abaixo fazemos um paralelo entre o ficha limpa e o futuro dos processos trabalhistas e ao final há um post escrito sobre o tema.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ef5_t18BSGE" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/ef5_t18BSGE"></embed></object></p>
<h2>O PROJETO FICHA LIMPA E A JUSTIÇA DO TRABALHO, QUAL A RELAÇÃO?</h2>
<p>Olá,</p>
<p>Antes que me jogem as feras, eu ressalto que o Ficha Limpa é um belo projeto ético e moral construido pelo nosso povo. Demonstra que estamos amadurecendo do ponto de vista político, mas regredindo do ponto de vista jurídico. Eu entendo que o Ficha Limpa é inconstitucional, por violar um básico princípio, que é o da presunção da inocência. Ninguém pode sofrer restrições de direito, por uma culpa que se presume, que ainda está sendo apurada num processo judicial. Pensar diferente disso, viola a Constituição Federal de 1988 e é <a href="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ficha-limpa-processo-trabalhista.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ficha-limpa-processo-trabalhista.jpg?referer=');"><img class="alignright size-full wp-image-2298" title="ficha limpa processo trabalhista" src="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ficha-limpa-processo-trabalhista.jpg" alt="ficha limpa processo trabalhista" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Ficha-Limpa.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Ficha-Limpa.jpg?referer=');"></a>jeitinho, jeitinho na solução daquilo que deveria se resolvido rapidamente pelo Poder Judiciário, que não resolve, é moroso, demora em julgar os casos, e isso gera a impunidade que provoca esse tipo de Lei.</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>&#8220;DIZ A CONSTITUIÇÃO FEDERAL, ART.5, <span style="text-decoration: underline;">ninguém será consi</span></strong></span><span style="color: #333333;"><strong><span style="text-decoration: underline;">derado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória</span>.&#8221;</strong></span></p>
<p>Porque a AMB Associação dos Magistrados Brasileiros apoia o Ficha Limpa? Porque a Justiça tem interesse em retirar dos seus ombros a responsabilidade de julgar os casos rapidamente, de punir os culpados, de impedir que bandidos concorram a uma vaga no assento político, nem que isso seja alcançado violando o artigo acima citado e transcrito que qualquer ser mortal sabe o que ele quer dizer, não precisa ser advogado e nem Juiz para entender o que diz a Constituição nesse trecho.  Mas, retomando, se num primeiro momento, início do processo, isso é atendido, ora, a Justiça relaxa e anda com o caso na velocidade tartaruga que estamos habituados a ver (excepciono aqui a Justiça do Trabalho, que em grau comparativo é ligeira). A AMB está esquecida do que disse o STF quanto a essa hipótese, de se condenar antes de se chegar a uma decisão final da culpa, que isso não é aceitável do ponto de vista constitucional,  ou seja, a decisão contra a Ficha Limpa já existe, a hipótese é a mesma.</p>
<p>Porque os Políticos votaram a favor? Ora, eles  sabem que é inconstitucional, que o STF já disse que ninguém pode ser culpado por presunção e o art.5, LVII da CF/88 é taxativo quanto a isso. É verdade que muita água vai rolar embaixo da ponte, mas é fato que o STF já se manifestou que o princípio da presunção é da inocência e não da culpa;  Sabem que a Lei não é uma emenda constitucional, logo, fácil de ser derrubada a sua eficácia.</p>
<p>Porque o Povo apoiou o projeto? Por causa da falta de preparo político (escolha de pessoas de bem) pelo eleitorado. Se estivéssemos falando de um País desenvolvido culturalmente, o Fica Limpa seria manifestado no Voto Limpo, as pessoas votariam em pessoas probas, honestas, corretas, ninguém venderia o voto. A Justiça e a polícia também teriam feito o seu papel e tudo estaria as claras.</p>
<p>O que isso tem a ver com a Justiça do Trabalho? Tem a ver com as execuções trabalhistas. Vez por outra nos deparamos com juízes querendo quebrar o princípio da presunção da inocência e fazer com que o suposto devedor trabalhista pague a conta antes que o processo termine. Existe uma pressão para se exigir o pagamento de quem ainda não foi condenado em definitivo. Isso acontece porque em grau de recurso no TST o processo muitas vezes passa anos para ser julgado, com Recurso de Revista ou Agravo de Instrumento, e na Vara corre em paralelo uma execução provisória. Daí, o Juiz de primeiro grau fica louco para resolver o caso logo, quer queimar etapas, suprir a demora do TST e com isso dar a bandeirada final antes que a corrida acabe. É mais ou menos isso mesmo, imagine uma corrida de Formula 1 que o primeiro colocado (nosso saudoso Ayrton) está duas voltas na frente do segundo colocado e o diretor da prova resolve não esperar a última volta e já no meio da prova se antecipar consagrando ele vencedor! Pergunta-se: E nos casos em que o carro de quem está anos luz na frente se quebra na última volta e faz com que ele perca a prova, sequer marque ponto? Ou há pane seca, falta combustível, e que o segundo vai e ganha a corrida? Bem, os doutos que defendem a quebra da inocência como presunção, dizem que estatisticamente isso é pouco! Algo risível não é?  Mas, retomando, pode sim o Juiz do Trabalho fundamentar no Ficha Limpa e exigir que o reclamado pague a conta, desde o primeiro julgamento e em definitivo, por conta desse precedente que o Ficha Limpa irá abrir, inaugurar. E se quem recebeu não deveria receber, se o processo teve seu curso alterado? Bem, depois que o reclamante coloca o dinheiro no bolso, gasta obviamente porque a carência é grande de recursos e ainda mais quando se está desempregado, se acaso for revertida a sentença, tsktsktsk&#8230; problema para ser resolvido noutro processo, porque até o TST já está se manifestando que reclamante não pode ser executado em processo que ele promove, bem, fica o calote contra quem conseguiu provar a sua inocência tardiamente.</p>
<p>É deprimente vermos autoridades apoiando um projeto dessa natureza, que é legítimo do ponto de vista moral e ético, mas totalmente equivocado do ponto de vista jurídico, da segurança jurídica e do respeito devido aos princípios consagrados na Constituição Federal. Para se ter a certeza da quantidade de erros do Judiciário, analise quantos processos os Tribunais Superiores não reformam! São inúmeras as decisões que mudam, logo, é uma temeridade considerar alguém culpado antes que o processo termine.</p>
<p>Segue mais alguns fundamentos que demonstram que juridicamente o Ficha Limpa e todos que o apoiam, judicialmente falando, estão na contramão da história, a saber:</p>
<p><strong>Declaração dos Direitos Humanos, ONU, de 1948, que consagrou em seu art. 11:  &#8220;Toda pessoa acusada de delito tem direito a que se presuma sua INOCÊNCIA, enquanto não se prova sua culpabilidade, de acordo com a lei e em processo público no qual se assegurem todas as garantias necessárias para sua defesa&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Pacto de São José da Costa Rica, art. 8º, I, : &#8221; Toda pessoa acusada de delito tem direito a que se presuma sua INOCÊNCIA enquanto não se comprove legalmente sua culpa&#8221;.</strong></p>
<p>Aguardamos ansiosos as críticas! É isso que faz o trabalhismo em debate.</p>
<p>((( <a href="http://www.netlegis.com.br/componentes/upload/projeto_ficha_limpa.pdf" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.netlegis.com.br/componentes/upload/projeto_ficha_limpa.pdf?referer=');">clique aqui e leia na íntegral o Ficha Limpa</a> ))</p>
<p>Sds Marcos Alencar</p>
]]></content:encoded>
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		<title>É ilegal cobrar (SELIC) JUROS e MULTA sobre Contribuições Previdenciárias!</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 09:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Execução trabalhista]]></category>
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		<description><![CDATA[Juros e multa somente quando paga a contribuição após o vencimento da obrigação! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/e-ilegal-cobrar-selic-juros-e-multa-sobre-contribuicoes-previdenciarias/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/e-ilegal-cobrar-selic-juros-e-multa-sobre-contribuicoes-previdenciarias/" data-text="É ilegal cobrar (SELIC) JUROS e MULTA sobre Contribuições Previdenciárias!" data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/e-ilegal-cobrar-selic-juros-e-multa-sobre-contribuicoes-previdenciarias/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/e-ilegal-cobrar-selic-juros-e-multa-sobre-contribuicoes-previdenciarias/"></g:plusone></div></div><h2>É ILEGAL COBRAR JUROS E MULTA SOBRE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS.</h2>
<h2>NÃO PAGUE ESSE MICO!</h2>
<p> </p>
<p>Olá,</p>
<p>Considerando que muitas sentenças estão sendo proferidas de maneira líquida, já com a planilha dos cálculos do valor da condenação, nos deparamos com a cobrança abusiva e ilegal de juros e multa sobre as parcelas do INSS. É lamentável que a Justiça do Trabalho acredite nas desfundamentadas arguições feitas pelos que defendem o INSS, quando nas suas petições pedem majoração do valor da contribuição previdenciária e trazem anexos contendo planilhas com juros e multa. Abaixo transcrevo trecho de fundamentação de Acórdão <a href="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/1214081_monkeys_on_the_move.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/1214081_monkeys_on_the_move.jpg?referer=');"><img class="alignleft size-full wp-image-3266" title="1214081_monkeys_on_the_move" src="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/1214081_monkeys_on_the_move.jpg" alt="1214081_monkeys_on_the_move" width="300" height="225" /></a>da lavra da Juíza Relatora do processo que me refiro ao final, que dá uma aula de como é ilegal esta cobrança. Este é mais um dos &#8220;micos previdenciários&#8221; que estão sendo cobrados do reclamado, ilegalmente, repito.</p>
<p>Segue o trecho com nossas adaptações, mas que em nada altera o objetivo de fundamentar que a cobrança vem sendo feita de forma ilegal:</p>
<p>“&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..A discussão, no tema recursal em epígrafe, restringe-se à incidência de juros e multa sobre o débito previdenciário decorrente das parcelas trabalhistas, oriundas de decisão judicial, tendo o Juízo a quo aplicado o regime de competência para fins de apuração da contribuição para o INSS.  As contribuições sociais ficam sujeitas aos acréscimos previstos na legislação previdenciária (juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia &#8211; SELIC e multa variável), nos termos dos artigos 34 e 35 da Lei nº 8.212/91), apenas, e tão-somente, quando pagas após o vencimento da obrigação, cujo fato gerador ocorre unicamente com o pagamento de valores alusivos às parcelas de natureza remuneratória, resultante de sentença condenatória ou de conciliação homologada.</p>
<p>Este posicionamento está de acordo com o artigo 83 da Consolidação dos Provimentos da Corregedoria Geral da Justiça do Trabalho, que dispõe acerca do procedimento a ser observado, no que diz respeito à incidência e ao recolhimento de contribuições devidas à Previdência Social, decorrentes de pagamento de direitos nas ações ajuizadas na Justiça do Trabalho, abaixo transcrito:</p>
<p>“Art. 83 O fato gerador da incidência da contribuição previdenciária, constitutiva do débito, é o pagamento de valores alusivos a parcelas de natureza remuneratória (salário-de-contribuição), integral ou parcelado, resultante de sentença condenatória ou de conciliação homologada, efetivado diretamente ao credor ou mediante depósito da condenação para extinção do processo ou liberação de depósito judicial ao credor ou seu representante legal.” (grifei)</p>
<p>Neste sentido é o § 3º, do artigo 132, da Instrução Normativa MPS/SRP Nº 3, de 14 de julho de 2005, publicada no DOU de 15/07/2005, que dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e da arrecadação das contribuições sociais administradas pela Secretaria da Receita Previdenciária &#8211; SRP e dá outras providências de seguinte teor:</p>
<p>“Art. 132. Serão adotadas as competências dos meses em que foram prestados os serviços pelos quais a remuneração é devida, ou dos abrangidos pelo reconhecimento do vínculo empregatício, quando consignados nos cálculos de liquidação ou nos termos do acordo.</p>
<p>§ 1º Quando, nos cálculos de liquidação de sentença ou nos termos do acordo, a base de cálculo das contribuições sociais não estiver relacionada, mês a mês, ao período específico da prestação de serviços geradora daquela remuneração, as parcelas remuneratórias serão rateadas, dividindo-se seu valor pelo números de meses do período indicado na sentença ou no acordo, ou, na falta desta indicação, do período indicado pelo reclamante na inicial, respeitados os temos inicial e final do vínculo empregatício anotado em CTPS ou judicialmente reconhecido na reclamatória trabalhista.</p>
<p>§ 2º Se o rateio mencionado no parágrafo anterior envolver competências anteriores a janeiro de 1995, para a obtenção do valor originário relativo a cada competência, o valor da fração obtida com o rateio deve ser dividido por 0,9108 (valor da UFIR vigente em 1º.01.1997, a ser utilizado nos temos do art. 29 da Lei nº 10.522, de 2002, dividindo-se em seguida o resultado dessa operação pelo Coeficiente em UFIR expresso na Tabela Prática Aplicada em Contribuições Previdenciárias elaborada pela SRP para aquela competência.</p>
<p>§ 3º Na hipótese de não reconhecimento de vínculo, e quando não fizer parte do acordo homologado a indicação do período em que foram prestados os serviços aos quais se refere o valor pactuado, será adotada a competência referente à data da homologação do acordo, ou à data do pagamento, se este anteceder aquela.”</p>
<p>Como visto, as contribuições sociais somente ficam sujeitas aos acréscimos previstos na legislação previdenciária (juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia &#8211; SELIC e multa variável), nos termos dos artigos 34 e 35, da Lei nº 8.212/91, apenas quando pagas após o vencimento da obrigação, cujo fato gerador ocorre unicamente com o pagamento.</p>
<p>O parágrafo único, do artigo 43, da Lei n. 8.212/90, também prevê:</p>
<p>“Art. 43. Nas ações trabalhistas de que resultar o pagamento de direitos sujeitos à incidência de contribuição previdenciária, o juiz, sob pena de responsabilidade, determinará o imediato recolhimento das importâncias devidas à Seguridade Social. (Redação dada ao &#8220;caput&#8221; pela Lei 8.620, de 05.01.1993)</p>
<p>Parágrafo único. Nas sentenças judiciais ou nos acordos homologados em que não figurarem, discriminadamente, as parcelas legais relativas à contribuição previdenciária, esta incidirá sobre o valor total apurado em liquidação de sentença ou sobre o valor do acordo homologado. (Parágrafo acrescentado pela Lei 8.620, de 05.01.1993)” – fiz os destaques</p>
<p>Neste sentido, a Súmula 14, desta Corte, com seguinte teor:</p>
<p>“CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. MOMENTO DE INCIDÊNCIA DE JUROS E MULTA.A hipótese de incidência da contribuição social prevista no artigo 195, inciso I, alínea “a”, da Constituição da República Federativa do Brasil ocorre quando há o pagamento ou o crédito dos rendimentos de natureza salarial decorrentes do título judicial trabalhista, razão pela qual, a partir daí, conta-se o prazo legal para o seu recolhimento, após o que, em caso de inadimplência, computar-se-ão os acréscimos pertinentes a juros e multa mencionados na legislação ordinária aplicável a espécie.”</p>
<p>Não há, portanto, que se cogitar de incidência de juros ou multa antes do pagamento do crédito principal, como, aliás, já decidido pelo Plenário desta Corte, ao apreciar incidente de uniformização, originando a Súmula 14.</p>
<p>A fim de que se evitem futuras digressões desnecessárias, verifico que, recentemente, por intermédio da Medida Provisória n. 449/2008, no parágrafo 2º, do artigo 43, da Lei 8.212/91, foi “estabelecido” que o fato gerador das contribuições sociais considera-se ocorrido na data da prestação do serviço, em nova violação à Carta Constitucional, e ao processo legislativo.</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal já declarou inconstitucionais o parágrafo único, do Decreto n. 1.569/77, e os artigos 45 e 46, da Lei n.8212/91, que tratavam de prescrição e decadência de crédito tributário, editando a Súmula Vinculante n. 8. E o fundamento adotado, pela Suprema Corte, foi devido ao fato da matéria relativa a prescrição e decadência de crédito tributário dever ser tratada, necessariamente, por intermédio de Lei Complementar, como reza o artigo 146, inciso III, da Constituição Federal. Precedentes: RE 560.626, rel. Min. Gilmar Mendes, j. 12.06.2008; RE 556.664, rel. Min. Gilmar Mendes, j. 12.06.2008; RE 559.882, rel. Min. Gilmar Mendes, j. 12.06.2008; RE 559.943, rel. Min. Cármen Lúcia, j. 12.06.2008; RE 106.217, rel. Min. Octavio Gallotti, DJ 12.09.1986; RE 138.284, rel. Min. Carlos Velloso, DJ 28.08.1992.</p>
<p>E, de acordo, justamente, com o mesmo dispositivo de lei, é matéria afeta à lei complementar, também, a “definição de tributos e de suas espécies, bem como, em relação aos impostos discriminados nesta Constituição, a dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes” (art.146, III, “a”, da C.F).</p>
<p>Registre-se que, pelos julgamentos da Suprema Corte, antes citados, as contribuições previdenciárias têm natureza tributária e, por isso, se submetem ao regime jurídico-tributário previsto na Lei Maior.</p>
<p>Aliado a isto, em consonância com o artigo 62, da C.F., somente em casos de relevância e urgência, o Chefe do Poder Executivo poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, submetendo-as, de imediato, ao Congresso Nacional, sendo, no entanto, vedada a edição de MP sobre matéria reservada a lei complementar (§1º, inciso III, do art.62, CF).</p>
<p>À sua vez, o §2º, do artigo 62, da Carta Constitucional, consigna que, “medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos, exceto os previstos nos arts. 153, I, II, IV, V, e 154, II, só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada”, sendo vedado, em consonância com o artigo 150, incisos I e III, da C.F., à União, aos Estados, Municípios e DF, “exigir ou aumentar tributo sem que lei o estabeleça”; “cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado”; “ cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu” ; cobrar tributos antes de decorridos 90 dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou” ; “instituir impostos sobre patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros”</p>
<p>É certo que a vedação do inciso III, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, IV e V; e 154, II; e a vedação do inciso III, c, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, III e V; e 154, II, nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. 155, III, e 156, I. (NR) (Redação dada ao parágrafo pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003, DOU 31.12.2003, com efeitos a partir de 45 dias da publicação).</p>
<p>Contudo, dentre tais exceções, não estão abrangidas as contribuições previdenciárias, pois:</p>
<p>a) o artigo 148, I trata sobre despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência:</p>
<p>b) no artigo 153, I a V, os impostos são os que decorrentes de:</p>
<p>I &#8211; importação de produtos estrangeiros;</p>
<p>II &#8211; exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados;</p>
<p>III &#8211; renda e proventos de qualquer natureza;</p>
<p>IV &#8211; produtos industrializados;</p>
<p>V &#8211; operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários;</p>
<p>c) o artigo 154, II, trata de iminência ou no caso de guerra externa, impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua competência tributária, os quais serão suprimidos, gradativamente, cessadas as causas de sua criação.</p>
<p>d) no art.155, III, a matéria versa sobre imposto sobre veículos automotores;</p>
<p>e) o art.156, I, trata de  PTU.</p>
<p>Registre-se, ainda, que há possibilidade, da União instituir impostos não previstos no artigo 153, desde que não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios discriminados na Constituição, mas, ainda assim, sempre, por intermédio de lei complementar, como giza o artigo 154.</p>
<p>E, especificamente, em relação às contribuições previdenciárias, de acordo com o §4º, do artigo 195, da C.F, a lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a manutenção ou expansão da seguridade social, obedecido o disposto no artigo 154, I, isto é, sempre, por meio de lei complementar.</p>
<p>Acerca, ainda, da competência, relativamente às contribuições previdenciárias, o Excelso Supremo Tribunal Federal, apreciando o Recurso Extraordinário RE 569056, interposto pelo INSS, por unanimidade, considerou correto o entendimento sedimentado na Súmula n. 368, do C.TST .</p>
<p>O eminente Relator Ministro Carlos Alberto Menezes Direito, consignou, em seu voto, que a execução das contribuições previdenciárias, pela Justiça do Trabalho, “limita-se às sentenças condenatórias em pecúnia que proferir e aos valores objeto de acordo homologado, que integram o salário-de-contribuição, excluída a cobrança das parcelas previdenciárias decorrentes de todo período laboral”, pois, “o que se executa não é a contribuição social, mas o título que a corporifica ou representa, assim como o que se executa, no juízo comum, não é o crédito representado no cheque, mas o próprio cheque.”</p>
<p>Pois, consoante Sua Excelência: “o requisito primordial de toda a execução é a existência de um título judicial ou extrajudicial”, e que, “no caso da contribuição social atrelada ao salário objeto da condenação, é fácil perceber que o título que a corporifica é a própria sentença cuja execução, uma vez que contém o comando para o pagamento do salário, envolve o cumprimento do dever legal específico de retenção das parcelas devidas ao sistema previdenciário”, e que, “entender possível a execução de contribuição social desvinculada de qualquer condenação, de qualquer transação, seria consentir com uma execução sem título executivo, já que a sentença de reconhecimento do vínculo, de carga predominantemente declaratória (no caso de existência de vínculo empregatício), não comporá execução que origine o seu recolhimento. No caso, a decisão trabalhista que não dispõe sobre o pagamento de salários, mas apenas se limita a reconhecer a existência do vínculo, não constitui título executivo judicial no que se refere ao crédito de contribuições previdenciárias”</p>
<p>E concluiu: “O receio de que, sendo nosso sistema de previdência social contributivo e obrigatório, a falta de cobrança de contribuição nas circunstâncias pretendidas pelo INSS não pode justificar toda uma argumentação que para atingir seu desiderato viole o art. 195 da Constituição e ainda passe ao largo de conceitos primordiais do Direito Processual Civil, como o princípio da nulla executio sine titulo e do Direito das Obrigações, como os de débito e responsabilidade (schuld und haftung) que, no Direito Tributário, distinguem virtualmente a obrigação do crédito tributário devidamente constituído na forma da lei.Com base nas razões acima deduzidas, entendo não merecer reparo a decisão do Tribunal Superior do Trabalho no sentido de que a execução das contribuições previdenciárias está no alcance da Justiça Trabalhista, quando relativas ao objeto da condenação constante das suas sentenças, não abrangendo a execução de contribuições previdenciárias atinentes ao vínculo de trabalho reconhecido na decisão, mas sem condenação ou acordo quanto ao pagamento das verbas salariais que lhe possam servir como base de cálculo.” </p>
<p>Proc. TRT nº 01712.2008.012.06.00.9 (RO) Juíza Relatora: Ana Catarina Cisneiros Barbosa de Araújo<span id="_marker"> </span></p>
<p><span>RETOMANDO, NÃO pague este mico! </span></p>
<p><span>Sds Marcos Alencar</span></p>
<p><span> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>COMENTAMOS os 55 Enunciados da Execução da ANAMATRA.</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 04:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Execução trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[55 enunciados da Anamatra]]></category>
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		<category><![CDATA[ANAMATRA propõe 55 Enunciados]]></category>
		<category><![CDATA[bacen jud]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio de crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[devedor trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Execução provisória]]></category>

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		<description><![CDATA[Discordamos da maioria dos Enunciados, por entender que eles violam a LEI.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/comentamos-os-enunciados-da-execucao-da-anamatra/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/comentamos-os-enunciados-da-execucao-da-anamatra/" data-text="COMENTAMOS os 55 Enunciados da Execução da ANAMATRA." data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/comentamos-os-enunciados-da-execucao-da-anamatra/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/comentamos-os-enunciados-da-execucao-da-anamatra/"></g:plusone></div></div><h2>ANAMATRA E OS ENUNCIADOS DA EXECUÇÃO.</h2>
<h3>COM TODO RESPEITO, HÁ MUITO O QUE SE COMBATER, POIS VIOLA A LEI E EM ALGUNS CASOS CRIA-SE LEI, O QUE NÃO É PERMITIDO AO PODER JUDICIÁRIO.</h3>
<p><a href="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Enunciados-da-ANAMATRA.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Enunciados-da-ANAMATRA.jpg?referer=');"><img class="alignright size-full wp-image-2970" title="Enunciados da ANAMATRA" src="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Enunciados-da-ANAMATRA.jpg" alt="Enunciados da ANAMATRA" width="225" height="300" /></a>Olá,</p>
<p>A Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas, publica no seu site os 55 Enunciados fruto da Jornada Nacional sobre Execução na Justiça do Trabalho.</p>
<p>Abaixo nós transcrevemos eles e em seguida fazemos o nosso comentário, com muita franqueza e objetividade, dando uma particular opinião.</p>
<p>DE LOGO, REGISTRO QUE APESAR DO RESPEITO QUE A ASSOCIAÇÃO DEVE MERECER POR ESTAR TENTANDO RESOLVER QUESTÕES EXECUTÓRIAS PARA MAIOR CELERIDADE DO PROCESSO, A ANAMATRA NÃO TEM O PODER DE CRIAR LEI E NEM DE IMPOR PROCEDIMENTOS AO PROCESSO QUE VIOLEM OS PRINCÍPIOS DO CONTRADITÓRIO, DA LEGALIDADE, DA AMPLA DEFESA, DO DEVIDO PROCESSO LEGAL, DA IMPARCIALIDADE DO JUIZ, DO TRATAMENTO IGUALITÁRIO.</p>
<p>O Processo deve ser mais LEGAL do que MORAL.</p>
<p>Não se pode em prol da MORALIDADE  e da CELERIDADE, atropelar A LEI, A LEGALIDADE, isso porque vivemos num País DEMOCRÁTICO, aonde há divisão de poderes. O PODER JUDICIÁRIO NÃO PODE INVADIR A ESFERA DO PODER LEGISLATIVO, pois somente a ele compete criar LEIS. MAS, VAMOS AOS ENUNCIADOS:</p>
<p>1. OBRIGAÇÃO MANDAMENTAL. COMINAÇÃO DE “ASTREINTES”. É possível cominar &#8220;astreintes&#8221; a terceiros com o escopo de estimular o cumprimento de obrigação mandamental na execução trabalhista. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Esse nome esquisito, &#8220;astreines&#8221; de puro juridiquês, nada mais quer dizer do que multa. O Enunciado 1 quer dizer isso, que o Juiz poderá fixar multa diária para que um terceiro cumpra a decisão judicial</span>)</p>
<p>2. PODER GERAL DE CAUTELA. CONSTRIÇÃO CAUTELAR E DE OFÍCIO DE PATRIMÔNIO DO SÓCIO DA EMPRESA EXECUTADA, IMEDIATA À DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DESTA. CABIMENTO. Desconsiderada a personalidade jurídica da executada para atingir o patrimônio dos sócios, em se constatando a insuficiência de patrimônio da empresa, cabe a imediata constrição cautelar de ofício do patrimônio dos sócios, com fulcro no art. 798 do Código do Processo Civil (CPC), inclusive por meio dos convênios Bacen Jud e Renajud, antes do ato de citação do sócio a ser incluído no pólo passivo, a fim de assegurar-se a efetividade do processo. <span style="text-decoration: underline;">( COMENTÁRIO NOSSO: Primeiro, deveria o Enunciado MORALIZAR o que venha a ser desconstituir a personalidade jurídica de uma empresa e atacar o patrimônio dos sócios. Digo isso, porque se trata o tema no dia a dia das execuções, de forma banal. O Juiz ao ter dificuldade de bloquear dinheiro da empresa passa a bloquear crédito do seu sócio. Isso além de ilegal, é absurdo quando se executa simultaneamente a pessoa jurídica e as pessoas físicas. É um absurdo porque viola vários princípios, tais como: da ampla defesa, do contraditório, do devido processo legal. O processo deve ser mais legal do que moral. Discordo do Enunciado, por entender que o Juiz não pode atuar de ofício, sem ser provocado. Um dos escopos da Justiça é o Tratamento Igualitário das Partes no Processo e a Imparcialidade. No momento em que o Juiz passa a executar fazendo tarefa que é da parte credora, vejo como violados estes dois princípios que citei. O Juiz deve provocar a parte credora para que ela se movimente, caso não o faça deverá (ele Juiz) remeter o processo ao arquivo. Jamais fazer por conta própria o dever que somente é cabível a quem executa. Este Enunciado vai gerar muito questionamento e pode causar mais tumulto na execução, sem contar que não se pode reger a execução trabalhista pelo CPC. A CLT não é omissa quanto a execução das sentenças trabalhistas (e Lei das execuções fiscais, sendo aplicável o CPC em casos específicos. )</span></p>
<p>3. EXECUÇÃO. GRUPO ECONÔMICO. Os integrantes do grupo econômico assumem a execução na fase em que se encontra.</p>
<p>4. SUCESSÃO TRABALHISTA. Aplicação subsidiária do Direito Comum ao Direito do Trabalho (Consolidação das Leis do Trabalho &#8211; CLT, art. 8o, parágrafo único). Responsabilidade solidária do sucedido e do sucessor pelos créditos trabalhistas constituídos antes do trespasse do estabelecimento (CLT, arts. 10 e 448, c/c Código Civil, art. 1.146 )</p>
<p>5. SÓCIOS OCULTO E APARENTE. AMPLIAÇÃO DA EXECUÇÃO. Constatada durante a execução trabalhista, após a desconsideração da personalidade jurídica, que o executado é mero sócio aparente, deve-se ampliar a execução para alcançar o sócio oculto. Tal medida não viola a coisa julgada. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Concordamos com o Enunciado, mas ressalvamos que isso deve ser feito garantindo ao sócio aparente a ampla defesa. Não é isso que tenho presenciado nos processos. Executa-se direto, sem citar o sócio aparente, sem dar-lhe oportunidade de defesa. Isso precisa ficar assegurado, para não gerar nulidade dos atos</span>)</p>
<p>6. CARTA PRECATÓRIA. DISPENSABILIDADE. No âmbito da competência territorial de cada Tribunal Regional do Trabalho, a carta precatória é dispensável quando a prática do ato processual não exigir decisão do magistrado que atua no âmbito territorial em que o ato deva ser cumprido. Nesses casos, o mandado deve ser expedido pelo próprio juiz da causa principal, para cumprimento por oficial de justiça da localidade da diligência. ( <span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Essa medida seria ótima, daria muita agilidade, MAS NÃO ESTÁ BASEADA EM LEI. O Enunciado viola a competência territorial de cada Vara, isso vai ser alvo de muita arguição de nulidade, principalmente por àquele devedor que não tem mais nada para discutir no processo. Surge algo desse tipo, sem base na Lei, dá para ele motivo para abrir toda uma discussão no processo e arguir que o Juiz está extrapolando os limites da sua competência territorial.</span> )</p>
<p>7. EXECUÇÃO. DEVEDOR SUBSIDIÁRIO. AUSÊNCIA DE BENS PENHORÁVEIS DO DEVEDOR PRINCIPAL. INSTAURAÇÃO DE OFÍCIO. A falta de indicação de bens penhoráveis do devedor principal e o esgotamento, sem êxito, das providências de ofício nesse sentido, autorizam a imediata instauração da execução contra o devedor subsidiariamente corresponsável, sem prejuízo da simultânea desconsideração da personalidade jurídica do devedor principal, prevalecendo entre as duas alternativas a que conferir maior efetividade à execução. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Discordo 100%. O Juiz não pode praticar ato privativo da parte credora, cabe ao Juiz dá um prazo para que o credor aponte meios de promover a execução, se não o faz, o processo deve ir ao arquivo. Temos que acabar com isso, pois deixa a Justiça numa posição de parcialidade, de fazendo as vezes do reclamante e do seu advogado. O Juiz deve agir com parcialidade, tratando as partes de forma igualitária, a Lei é que vai considerar e ponderar benesses para o lado mais fraco da relação processual, o Juiz não tem autorização legal para proceder assim. Isso será motivo de muita divergência</span>).</p>
<p>8. AÇÕES COLETIVAS. LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. Na liquidação de sentença nas ações coletivas para tutela de interesses individuais homogêneos (substituição processual), aplica-se o microssistema do processo coletivo brasileiro (Constituição Federal arts. 8o, 129, III, § 1o; Lei no 7.347/1985 e Lei no 8.078/1990).</p>
<p>9. TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA. Execução. Multa. Natureza jurídica de “astreintes”. Não aplicação do limite estabelecido pelo art. 412 do Código Civil de 2002. ( <span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Nenhuma multa pode ultrapassar o principal, isso é regra. Portanto, a multa deve sim ter limite.  O Enunciado viola a Lei e a OJ do TST, que </span><span style="text-decoration: underline;">determina &#8220;OJ 54 DA SDI-1 DO TST. O valor da multa previs</span><span style="text-decoration: underline;">ta </span><span style="text-decoration: underline;">no a</span><span style="text-decoration: underline;">rt.</span><span style="text-decoration: underline;"> 600 da CLT deve-se limitar ao valor da obrigação principal. Incidênc</span><span style="text-decoration: underline;">ia </span><span style="text-decoration: underline;">do art. 412 do CCB, aplicável ao direito do trabalho p</span><span style="text-decoration: underline;">or força dopará</span><span style="text-decoration: underline;">grafo úni</span><span style="text-decoration: underline;">co</span><span style="text-decoration: underline;"> do </span><span style="text-decoration: underline;">ar</span><span style="text-decoration: underline;">t</span><span style="text-decoration: underline;">. 8º da CLT</span>)</p>
<p>10. FRAUDE À EXECUÇÃO. DEMONSTRAÇÃO. PROCEDIMENTO. I &#8211; Na execução de créditos trabalhistas não é necessária a adoção de procedimento específico ou demonstração de fraude para desconsideração da personalidade jurídica da executada. II &#8211; Acolhida a desconsideração da personalidade jurídica, faz-se necessária a citação dos sócios que serão integrados ao polo passivo. III &#8211; A responsabilidade do sócio retirante alcança apenas as obrigações anteriores à sua saída. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Gostei desse Enunciado, mas acho que não vai pegar! Hoje a Justiça do Trabalho trata o sócio retirante como se sócio atual fosse, independente do percentual que ele tenha na sociedade, isso é um absurdo. Quanto a &#8220;desconsideração da personalidade jurídica&#8221;como eu disse antes, isso é banalizado, deve ter regra rígida. Não é motivo para desconstituir a personalidade jurídica de nenhuma empresa pelo fato da mesma não ter dinheiro disponível em conta, pois para esses casos existe a gradação legal do art.655 do CPC (que especificamente se aplica ao processo trabalhista). Ao invés de seguir a gradação, o Juiz passa a executar os sócios, algo que reputo ilegal e sem propósito</span>.)</p>
<p>11. FRAUDE À EXCECUÇÃO. UTILIZAÇÃO DO CCS. 1. É instrumento eficaz, para identificar fraudes e tornar a execução mais efetiva, a utilização do Cadastro de Clientes no Sistema Financeiro Nacional (CCS), com o objetivo de busca de procurações outorgadas a administradores que não constam do contrato social das executadas. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: AQUI É UM PONTO DE GRAVÍSSIMA INJUSTIÇA. CCS REFERE-SE A PESSOAS FÍSICAS QUE SÃO PROCURADORES DE CONTAS DE UMA DETERMINADA EMPRESA. Um gerente, um despachante, etc&#8230; muitas vezes tem procuração para numa limitada alçada assinar cheques por determinada pessoa jurídica. Pois bem, o Juiz passa a entender que essa pessoa é um sócio oculto da empresa &#8211; SENDO EM MUITOS CASOS EMPREGADO &#8211; e bloqueia a conta pessoa física dele. ISSO É UMA VIOLÊNCIA. A Justiça do Trabalho não pode enveredar pelo caminho da arbitrariedade para saciar a execução do processo, deve seguir os estritos limites da Lei. ISSO VAI GERAR ALGO MUITO SIMPLES, OS EXECUTADOS FRAUDADORES NÃO VÃO MAIS CREDENCIAR PROCURADORES, isso vai atrapalhar a vida de quem é honesto e usa do procedimento CCS por uma razão justa, legal</span>.)</p>
<p>12. CUMPRIMENTO DA SENTENÇA. INTIMAÇÃO DA PARTE PELO ADVOGADO. I &#8211; Tornada líquida a decisão, desnecessária a citação do executado, bastando a intimação para pagamento por meio de seu procurador. II &#8211; Não havendo procurador, far-se-á a intimação ao devedor prioritariamente por via postal, com retorno do comprovante de entrega ou aviso de recebimento, e depois de transcorrido o prazo sem o cumprimento da decisão, deverá ser expedida ordem de bloqueio de crédito pelo sistema Bacen Jud. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado é ILEGAL. Primeiro, porque o procurador advogado NÃO É PARTE no processo; Segundo, porque na maioria das procurações o advogado não tem poderes para receber citação; Terceiro, a Lei não prevê que o procurador possa receber a citação, mas sim através de Oficial de Justiça (dois por sinal) e sequer prevê essa modalidade postal. O art.880 da CLT ensina isso e está aqui sendo literalmente violado. Por fim, o &#8220;descumprimento da decisão&#8221; que está sendo mencionado neste ilegal Enunciado deve ser &#8220;pagamento&#8221; quando a parte poderá oferecer bens, ao invés de dinheiro, e discutir a cobrança da dívida. Ou seja, muitos executados &#8211; que nada tem a discutir quanto aos cálculos &#8211; vão adorar isso, porque vão arguir a nulidade da citação, podendo levar o caso até o Supremo, o que só vai atrapalhar o andamento da execução. O Enunciado é arbitrário e violadr da Legalidade (art.5, II da CF), pois ninguém pode ser obrigado a fazer algo senão em virtude da Lei. A Justiça não pode obrigar ao advogado da parte em receber citação. A OAB DEVE REAGIR CONTRA ISSO, POIS CONSTRANGE A PESSOA DO ADVOGADO E VIOLA SUA PRERROGATIVA, CONSIDERANDO O MESMO PARTE NO PARTE</span>. )</p>
<p>13. PENHORA DE CRÉDITO DO EXECUTADO. CONSTATAÇÃO NAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS, COOPERATIVAS DE CRÉDITO E ADMINISTRADORAS DE CARTÃO DE CRÉDITO. I &#8211; Um dos meios de localizar ativos financeiros do executado, obedecendo à gradação do art. 655 do Código do Processo Civil (CPC), mesmo diante do resultado negativo da pesquisa realizada por intermédio do sistema Bacen Jud, consiste na expedição de mandado de constatação nas agências de cooperativas de crédito e administradoras de cartão de crédito não vinculadas ao Bacen, determinando a retenção de créditos presentes e futuros do executado; II &#8211; A constatação da existência de procuração de terceiros ao executado, perante agências bancárias e cooperativas de crédito, com poderes para movimentar contas daqueles é outra forma de buscar ativos financeiros do devedor, diante da possibilidade de fraude.</p>
<p>14. PROTESTO NOTARIAL. Frustrada a execução, poderá ser efetuado o protesto notarial do crédito exequendo, tanto em relação ao devedor principal quanto aos devedores corresponsáveis. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Tanto este Enunciado 14 quanto o 13, deve ser entendido que crédito da execução é CRÉDITO DEFINITIVO. O problema é que alguns Juízes vem bloqueando e protestando créditos que ainda estão em debate, e isso é ilegal, viola o Princípio da Presunção da Inocência</span>).</p>
<p>15. EXECUÇÃO PROVISÓRIA. INSTAURAÇÃO DE OFÍCIO. A execução provisória poderá ser instaurada de ofício na pendência de agravo de instrumento interposto contra decisão denegatória de recurso de revista. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Entendo ilegal o procedimento, o Juiz não pode agir assim, fazendo tarefa que é da parte exequente, sob pena de violar a ampla defesa da outra parte, do devido processo legal e a imparcialidade. Cabe a parte interessada requerer que a execução seja promovida, jamais ao Juiz</span>.)</p>
<p>16. VALORES INCONTROVERSOS. LIBERAÇÃO IMEDIATA AO CREDOR. O valor incontroverso nos autos, mesmo que parcial, deverá ser liberado de imediato ao credor, independentemente do processamento de embargos à execução ou de impugnação. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: De acordo, desde que o setor de cálculos da Vara deixe isso exatamente demonstrado. O problema é que muitos magistrados chamam de parte incontroversa um percentual sobre o valor depositado e isso é inseguro e inadmissível</span>)</p>
<p>17. TÍTULOS EXECUTIVOS EXTRAJUDICIAIS. CABIMENTO NA EXECUÇÃO TRABALHISTA. Os títulos enumerados no art. 585 do Código de Processo Civil (CPC) e os previstos em leis especiais podem ser executados na Justiça do Trabalho, respeitada a sua competência.</p>
<p>18. RECUPERAÇÃO JUDICIAL. EXCLUSÃO DO CONCURSO UNIVERSAL. HIPÓTESE. Quando sobrevier recuperação judicial da empresa, após atos cautelares ou de execução que garantam o recebimento de valores por credores trabalhistas, vencido o prazo do § 4o do art. 6o da Lei no 10.101/05, os bens ou valores arrestados ou penhorados ficam excluídos do concurso universal e serão expropriados pelo juiz do Trabalho. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: É lamentável que a Justiça do Trabalho esteja executando empresas que estão inseridas na Recuperação Judicial, que acontece perante o Juiz Cível, ficando os seus bens livres de penhora enquanto está sendo cumprido o plano de recuperação. Vejo o procedimento da Justiça Trabalhista como àquele faminto que mata a galinha por não ter paciência de esperar pelos ovos. O STJ está cheio de medidas relacionadas a conflito de competência por conta dessa invasão de competência, pois cabe ao Juiz Cível decidir sobre os caminhos e rumos da Recuperação Judicial, isso é o que diz a Lei e esta Lei não vem tendo o devido respeito e nada acontece!</span> )</p>
<p>19. DECRETAÇÃO DE FALÊNCIA. EXPROPRIAÇÃO DE BENS PELA JUSTIÇA DO TRABALHO. HIPÓTESE. As execuções iniciadas antes da decretação da falência do empregador terão prosseguimento no juízo trabalhista, se já houver data definitiva para a expropriação dos bens, hipótese em que o produto da alienação deve ser enviado ao juízo falimentar, a fim de permitir a habilitação do crédito trabalhista e sua inclusão no quadro geral de credores. Caso os bens já tenham sido alienados ao tempo da quebra, o credor trabalhista terá seu crédito satisfeito.( <span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado é ilegal, pois viola a Lei da Falência, mais uma vez se invade a competência do Juiz Cível. Ora, inadmissível que um credor trabalhista que fez uma penhora sobre um bem tenha ele prioridade sob os demais. Nada disso, a Lei não trata assim, todos os bens da falência são arrecadados e a execução somente pode ocorrer na Vara da Falência. O STJ está repleto de decisões em conflito de competência que manda arquivar o processo na esfera trabalhista, no ponto em que está, e manda enviar para o Juiz falimentar e lá que se resolva a execução</span>. )</p>
<p>20. FALÊNCIA E RECUPERAÇÃO JUDICIAL. <strong><span style="text-decoration: underline;">PROCEGUIMENTO</span></strong>(isso está escrito errado no site!) DA EXECUÇÃO TRABALHISTA CONTRA COOBRIGADOS, FIADORES, REGRESSIVAMENTE OBRIGADOS E SÓCIOS. POSSIBILIDADE. A falência e a recuperação judicial, sem prejuízo do direito de habilitação de crédito no juízo universal, não impedem o prosseguimento da execução contra os coobrigados, os fiadores e os obrigados de regresso, bem como os sócios, por força da desconsideração da personalidade jurídica.(<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Entendo que este também é ilegal. Ora, se o devedor principal faliu ou está em recuperação judicial, cabe ao Judiciário aguardar que se esgote todos os meios de executa-lo. Se chegar ao fim dos seus bens e não conseguir saciar a dívida, correto se passar aos bens do fiador. Antes disso, é queimar etapas e violar a sequência da responsabilidade de cada um)</span></p>
<p>21. EXECUÇÃO PROVISÓRIA. PENHORA EM DINHEIRO. POSSIBILIDADE. É válida a penhora de dinheiro na execução provisória, inclusive por meio do Bacen Jud. A Súmula no 417, item III, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), está superada pelo art. 475-O do Código de Processo Civil (CPC).  (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: BEM AQUI É 100% DE ILEGALIDADE. Primeiro, o art. 475 do CPC não rege a execução trabalhista, isso é pacífico perante o TST e o TRT da Sexta Região, pois a Lei é clara, a execução trabalhista não é guiada pelo Código de Processo Civil, este artigo não se aplica ao processo do trabalho (CLT -<span style="font-family: Arial; line-height: normal; font-size: 12px;"> Art. 889 &#8211; Aos trâmites e incidentes do processo da execução são aplicáveis, naquilo em que não contravierem ao presente Título, os preceitos que regem o processo dos executivos fiscais para a cobrança judicial da dívida ativa da Fazenda Pública Federal.)</span>. O outro abuso, é que a Súmula do TST diz exatamente o contrário, a mesma continua em pleno vigor, pois somente quem pode revogá-la é o próprio TST, a Anamatra não tem esse poder! Além disso, é moral a súmula, pois bloquear crédito de quem ainda não deve, é ilegal. Se for aplicada vai gerar muita discussão e debate, só atrapalhando o bom andamento do processo, pois dá motivo a quem não tem razão a te-la. </span>)</p>
<p>22. 1. EXECUÇÃO PROVISÓRIA. ARTIGO 475-O DO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL (CPC). APLICABILIDADE AO PROCESSO DO TRABALHO. FORMA DE MINIMIZAR O EFEITO DA INTERPOSIÇÃO DE RECURSOS MERAMENTE PROTELATÓRIOS E CONCEDER AO AUTOR PARTE DE SEU CRÉDITO, QUE POSSUI NATUREZA ALIMENTAR. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é omissa no tocante à possibilidade de liberação de créditos ao exeqüente em fase de execução provisória, sendo plenamente aplicável o art. 475-O do CPC, o qual torna aquela mais eficaz, atingindo a finalidade do processo social, diminuindo os efeitos negativos da interposição de recursos meramente protelatórios pela parte contrária, satisfazendo o crédito alimentar. 2. O art. 475-O do CPC aplica-se subsidiariamente ao Processo do Trabalho. (<strong><span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Não existe Lei definindo o que é “recurso protelatório”. Eu particularmente entendo que quem protela o processo é o próprio judiciário, pois a parte tem prazo a cumprir, enquanto que a Justiça passa anos e anos para fazer o seu papel, para julgar os processos. Se os julgamentos ocorressem no prazo de Lei, não haveria o que se falar de protelação, de demora. Esse Enunciado é ilegal, porque como já foi dito, o art. 475 do CPC NÃO SE APLICA AO PROCESSO TRABALHISTA (O artigo 769 da CLT prevê que o direito processual comum será aplicado a Justiça do Trabalho de forma subsidiária exclusivamente naquilo em que for compatível com as normas previstas no Título X (Do Processo Judiciário do Trabalho) da CLT, e em casos de omissão. O art.889 da CLT remete, nos casos de omissão, para Lei 6830/80, nada fala de aplicação do CPC. Neste momento jé é evidente a incompatibilidade do artigo 475 DO CPC com a execução trabalhista, a partir do momento que existe na CLT previsão expressa para os procedimentos legais a serem utilizados nesta fase processual.). Segundo, não se pode admitir, sem uma prévia caução, que se libere crédito ao reclamante de processo que ainda está em discussão e que pode ser alterado. Imagine, na prática, digo isso porque tenho casos concretos, de se liberar o dinheiro ao reclamante, ele gastar, e a parte reclamada lá adiante reverte a decisão e ganha o processo. EU PERGUNTO: QUEM VAI INDENIZAR A PARTE RECLAMADA? O JUIZ QUE LIBEROU O DINHEIRO ANTES DO TRÂNSITO EM JULGADO? A UNIÃO, COM NOSSO DINHEIRO? O reclamante, em alguns casos, não tem patrimônio e nem dinheiro para devolver, e como fica isso? SERÁ QUE ESTE É O PAPEL DA JUSTIÇA? </span></strong>)</p>
<p>23. EXECUÇÃO. PENHORA DE CADERNETA DE POUPANÇA. INCOMPATIBILIDADE DO ART. 649, INCISO X, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL (CPC) COM OS PRINCÍPIOS DO DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO. I &#8211; A regra prevista no art. 649, X, do CPC, que declara impenhorável a quantia depositada em caderneta de poupança até o limite de 40 (quarenta) salários mínimos, é incompatível com o direito e o Processo do Trabalho. II &#8211; A incompatibilidade com os princípios do direito e do Processo do Trabalho é manifesta, pois confere uma dupla e injustificável proteção ao devedor, em prejuízo ao credor, no caso e em regra, o trabalhador hipossuficiente. A proteção finda por blindar o salário e o seu excedente que não foi necessário para a subsistência e se transformou em poupança. Há, na hipótese, manifesta inobservância do privilégio legal conferido ao crédito trabalhista e da proteção do trabalhador hipossuficiente. ( <span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado é 100% ilegal, porque viola a Lei. O art.5, II da CF afirma que ninguém está obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, senão em virtude de Lei. A JUSTIÇA SÓ PODE AGIR COM BASE NA LEI. No caso, a Lei deve ser respeitada, pois diz o contrário. SE A MAGISTRATURA NÃO CONCORDA COM A LEI, DEVE ATUAR JUNTO AO PODER LEGISLATIVO E LÁ DEMONSTRAR QUE A LEI PRECISA SER MUDADA. Nós vivemos numa democracia, NÃO PODENDO o Poder Judiciário LEGISLAR e revogar Lei.  A JUSTIÇA DO TRABALHO E O PROCESSO DO TRABALHO NÃO PODEM ESTAR BLINDADOS E ACIMA DA LEI.</span>)</p>
<p>24. CRÉDITOS TRABALHISTAS. IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE (IRRF). REGIME DE COMPETÊNCIA. ART. 12-A DA LEI N. 7713/88, ACRESCENTADO PELA MEDIDA PROVISÓRIA 497/10. Nas execuções trabalhistas, aplica-se o regime de competência para os recolhimentos do IRRF, nos termos do art. 12-A da Lei no 7713/88, acrescentado pela MP 497/10. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Este Enunciado se alinha com a Lei. Correto que o imposto de renda seja aplicado mensalmente, pelos créditos que venham a ser reconhecidos, e não sobre o montante total.</span>)</p>
<p>25. HASTA PÚBLICA ELETRÔNICA. APLICABILIDADE DO ART. 689-A DO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL (CPC) NO PROCESSO DO TRABALHO. No Processo do Trabalho, pode- se utilizar a hasta pública eletrônica, disciplinada pelo art. 689-A do CPC e pela Lei no 11.419/2006.</p>
<p>26. EXECUÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PATRONAL SOBRE OS HONORÁRIOS PERICIAIS. ILEGALIDADE DO ART. 57, § 14, DA INSTRUÇÃO NORMATIVA &#8211; SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL (SRF) 971/2009. Não integram a base de cálculo da contribuição previdenciária patronal os honorários periciais pagos em razão de condenação judicial. O perito designado pelo juiz para atuar no processo o faz na condição de profissional liberal, razão pela qual é devida apenas a sua contribuição de 20% sobre o valor recebido, limitado ao teto máximo do salário de contribuição, nos termos do art. 21 e 28 da Lei no 8.212/91. O art. 57 da Instrução Normativa &#8211; SRF 971/2009 ao exigir a contribuição devida pela empresa quando do pagamento de honorários periciais em razão de condenação judicial impôs, ilegalmente, obrigação tributária principal não prevista em lei.</p>
<p>27. OBRIGAÇÃO PREVIDENCIÁRIA. RELAÇÕES DE TRABALHO ENTRE PESSOAS FÍSICAS. I &#8211; Nas relações de trabalho entre pessoas físicas, o tomador de serviços não é responsável tributário pela obrigação previdenciária devida pelo trabalhador (art. 4o, §3o da Lei no 10.666/2003). II &#8211; Executa-se a contribuição de 20% sobre o valor pago ou creditado pelo tomador de serviços contribuinte individual equiparado à empresa ou produtor rural pessoa física (art. 15, § único, art. 22, inciso III e art. 25, caput, da Lei 8.212/91). III &#8211; A contribuição do trabalhador será de 11% se prestar serviços para contribuinte individual equiparado à empresa ou ao produtor rural pessoa física. Será de 20% se trabalhar para qualquer outra pessoa física não equiparada à empresa. Em ambos os casos, a cota do trabalhador observará o teto máximo do salário de contribuição, e deverá ser recolhida por esse (art. 21 c/c art. 30, inciso XI, § 4o da Lei no 8.212/91).</p>
<p>28. CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. ACORDO HOMOLOGADO EM JUÍZO. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE. O acordo homologado em juízo não afasta a incidência das contribuições para a Previdência Social sobre as verbas remuneratórias deferidas em sentença. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado além de equivocado, ele viola o princípio de que o acessório sempre acompanha o principal. O principal é o crédito do reclamante, caso ele seja reduzido em acordo trabalhista, deve o INSS seguir a redução na mesma proporção. O TST ensina isso na OJ 368. A Anamatra deve entender que isso só atrapalha os acordos, pois passa a ser um entrave para solução amigável do processo</span>. )</p>
<p>29. PENHORA DE SALÁRIO, PENSÃO E APOSENTADORIA. POSSIBILIDADE EM EXECUÇÃO TRABALHISTA. APLICAÇÃO ANALÓGICA DO ART. 1o, § 1o, DA LEI No 10.820/2003; ART. 3o, INCISO I, DO DECRETO No 4.840/2003; ART. 115, INCISO VI, DA LEI 8.213/91; E ART. 154, INCISO VI, DO DECRETO No 3.048/99. SUPREMACIA DO CRÉDITO TRABALHISTA. ART. 100, § 1o-A, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E ART. 186 DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL (CTN). É lícita, excepcionalmente, a penhora de até 30% dos rendimentos decorrentes do trabalho, pensão e aposentadoria, discriminados no inciso IV do art. 649 do Código de Processo Civil (CPC), por expressa previsão no § 2o do art. 649 do CPC, desde que comprovado o esgotamento de todos os meios disponíveis de localização dos bens do devedor. (<strong><span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O ENUNCIADO É 100% ILEGAL! Viola o art. 649 do CPC que prevê que SALÁRIO É ABSOLUTAMENTE IMPENHORÁVEL. CONFORME JÁ DITO, SE A ANAMATRA ENTENDE QUE ALGUM ARTIGO DE LEI NÃO LHE AGRADA, O QUE É NATURAL, DEVE INFLUIR PERANTE O PODER LEGISLATIVO, PARA QUE A LEI MUDE, MAS JAMAIS REVOGÁ-LA ASSIM, ARBITRARIAMENTE, POIS ISSO DEIXA A IMAGEM DA JUSTIÇA PREJUDICADA. NÃO HÁ EXPLICAÇÃO QUE JUSTIFIQUE REVOGAR A FORÇA ARTIGO DE LEI. VIVEMOS NUM PAÍS DEMOCRÁTICO. O Enunciado é totalmente ilegal, sem nenhum cabimento a fixação de 30% de bloqueio sobre salário, pois não existe Lei. A JUSTIÇA SÓ PODE CUMPRIR E EXECUTAR A LEI, NÃO TEM AUTORIZAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO PARA CRIÁ-LA.</span></strong>)</p>
<p>30. PRINCÍPIO DA EFETIVIDADE DA JURISDIÇÃO COMO CONSECTÁRIO DA CLÁUSULA CONSTITUCIONAL DO DEVIDO PROCESSO LEGAL. Para maior efetividade da jurisdição é dado ao juiz do Trabalho, em sede de interpretação conforme a Constituição, adequar, de ofício, o procedimento executivo às necessidades do caso concreto. (<strong><span style="text-decoration: underline;"> COMENTÁRIO NOSSO: O Juiz tem liberdade para atuar no processo, DESDE QUE FUNDAMENTE SUAS DECISÕES NA LEI. Isso está dito pelo art.93, IX da CF. Agir criando lei, é pautar-se pelo caminho da ilegalidade e isso é inadmissível.</span></strong>)</p>
<p>31. DESISTÊNCIA DA ARREMATAÇÃO. APLICAÇÃO DO ART. 694, <strong>INCISSO</strong> (a palavra está escrita errada, é “inciso”) IV, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL (CPC). COMPATIBILIDADE. OPOSIÇÃO DE EMBARGOS PELO DEVEDOR. CIÊNCIA AO ARREMATANTE PARA MANIFESTAR A DESISTÊNCIA DO LANÇO, SOB PENA DE PRECLUSÃO. Opostos embargos à expropriação, o arrematante deverá ser intimado para manifestar eventual desistência da arrematação, sob pena de preclusão, conforme possibilitado pelo art. 694, inciso IV, do CPC, que guarda compatibilidade com o Processo do Trabalho.</p>
<p>32. ALIENAÇÃO. INAPLICABILIDADE DO ART. 694, § 2o DO CPC AO PROCESSO DO TRABALHO, POR INCOMPATIBILIDADE. CONCESSÃO DE EFEITO SUSPENSIVO AOS EMBARGOS À ALIENAÇÃO, FACULTADA A POSSE PRECÁRIA DO BEM LITIGIOSO AO LANÇADOR NA PENDÊNCIA DO JULGAMENTO. Diante dos princípios que regem a execução trabalhista, não é compatível a aplicação do disposto no art. 694, § 2o, do Código do Processo Civil (CPC), ao Processo do Trabalho. Os embargos à alienação devem ser recebidos com efeito suspensivo, facultando-se ao juiz imitir o arrematante na posse imediata do bem, na qualidade de fiel depositário. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado é ilegal, porque os embargos são regidos pelo CPC, especificamente, e nesse caso suspende sim o curso da execução. Mais uma vez o Judiciário tenta se esquivar da sua responsabilidade de julgar os casos rapidamente, de trabalhar nos processos, e faz para resolver esse problema atropelar preceito de Lei e etapas. Após julgados os embargos, ai sim, cabe a posse do imóvel pelo arrematante. </span>)</p>
<p>33. VENDA ANTECIPADA DE BENS. No intuito de promover a efetividade da execução, a alienação antecipada de bens é um instrumento que o direito positivo oferece, evitando a depreciação econômica do bem penhorado, estimulando a solução da execução mediante conciliação entre as partes, e contribuindo para uma nova cultura de efetividade das decisões judiciais.</p>
<p>34. EXPROPRIAÇÃO. COMPATIBILIDADE DO PROCESSO CIVIL COM O TRABALHISTA. São aplicáveis ao Processo do Trabalho todas as formas de expropriação previstas pelo Código de Processo Civil (CPC), sem prejuízo da incidência do art. 888 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em caso de realização de hasta pública. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado subverte a CLT, que é clara em afirmar no art. </span><span style="text-decoration: underline;">769 da CLT prevê que o direito processual comum será aplicado a Justiça do Trabalho de forma subsidiária exclusivamente naquilo em que for compatível com as normas previstas no Título X (Do Processo Judiciário do Trabalho) da CLT, e em casos de omissão. Neste momento já é clara a incompatibilidade do artigo 475-J com a execução trabalhista, a partir do momento que existe na CLT previsão expressa para os procedimentos legais a serem utilizados nesta fase processual. O Enunciado viola a Lei, sem nenhuma cerimônia, o que é lamentável</span>)</p>
<p>35. EXPROPRIAÇÃO JUDICIAL. PREFERÊNCIA DO CRÉDITO TRABALHISTA. INTERPRETAÇÃO EXTENSIVA DO ART. 130, PARÁGRAFO ÚNICO C/C ART. 186 DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL (CTN) I &#8211; Na execução trabalhista, aplica-se o art. 130, parágrafo único, do Código Tributário Nacional, dando-se preferência ao crédito trabalhista (art. 186, caput, CTN) e, em seguida, à satisfação dos créditos tributários. II &#8211; O adquirente receberá o bem livre e desembaraçado de ônus fiscais, condição que ficará expressa no edital. III &#8211; Satisfeitos os créditos trabalhistas, em caso de remanescerem débitos tributários, persiste a responsabilidade do devedor originário.</p>
<p>36. EXPROPRIAÇÃO. LITÍGIO ENTRE ADQUIRENTE E POSSUIDO. COMPETÊNCIA. É competente a Justiça do Trabalho para solver litígio entre adquirente e possuidor, ainda que este seja estranho à relação processual, se decorrente de imissão de posse ordenada pelo juízo da execução, em razão da expropriação no processo trabalhista.</p>
<p>37. ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA. FRAUDE À EXECUÇÃO. Os valores pagos a instituições financeiras em virtude de contratos de alienação fiduciária e assemelhados, quando já existente ação capaz de tornar o devedor insolvente, caracterizam fraude à execução. Diante da ineficácia dessa transferência de numerário, o respectivo valor é penhorável em benefício da execução.</p>
<p>38. DESPACHOS COM FORÇA DE ALVARÁ E OFÍCIO. CUMPRIMENTO DE IMEDIATO. MAIOR CELERIDADE NA EXECUÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS. CONSONÂNCIA COM OS PRINCÍPIOS DA RAZOÁVEL DURAÇÃO DO PROCESSO E DA CELERIDADE. É recomendável a prolação de despacho com força de alvará ou ofício, cuja cópia assinada será encaminhada ao destinatário.</p>
<p>39. RECONHECIMENTO DO CRÉDITO DO EXEQUENTE POR PARTE DO EXECUTADO. PARCELAMENTO DO ART. 745-A DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL (CPC). É compatível com o Processo do Trabalho o parcelamento previsto na norma do art. 745-A do Código de Processo Civil. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Apesar de ser uma boa modalidade de solução do pagamento da execução, viola o art. 769 da CLT, porque a CLT prevê como deve ser feito o pagamento da execução, não é omissa, está no art.880 da CLT, logo, é ilegal o Enunciado.</span>)</p>
<p>40. CORREIÇÃO PARCIAL. EXECUÇÃO. DESCABIMENTO. I. Não cabe correição parcial como substituta de recurso na execução. II. A decisão proferida em correição parcial ou pedido de providências para sustar ou reformar atos praticados pelo juízo de execução, seja pela Corregedoria Regional ou Geral, viola frontalmente os princípios do devido processo legal, contraditório e da ampla defesa, subtraindo o julgamento do órgão constitucionalmente investido para tal. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: Bem, aqui a coisa é grave. O Enunciado pretende subverter a ordem de hierarquia funcional da Justiça do Trabalho e blindar o ato do Juiz da Vara, mesmo quando o Juiz Corregedor do TRT entender que é ilegal.Obviamente que o Juiz Corregedor tem competência sim para reformar o ato, desde que caracterizada a sua ilegalidade. Diante do que analisamos até aqui, são vários os Enunciados ilegais e se aplicados na prática sem dúvida que haverá muita medida dessa natureza sendo adotada pelos executados.</span>)</p>
<p>41. EMBARGOS À ARREMATAÇÃO. PRAZO. MARCO INICIAL. INTIMAÇÃO DO EXECUTADO. O prazo para oposição de embargos à arrematação é de cinco dias contados da assinatura do respectivo auto, que deverá ocorrer no dia da arrematação. Ultrapassada essa data, sem que o auto tenha sido assinado, caberá intimação das partes, a partir do que passará a fluir o prazo para oposição dos embargos à arrematação.</p>
<p>42. EMBARGOS DE TERCEIRO. PRAZO PARA AJUIZAMENTO. I &#8211; Os embargos de terceiro podem ser opostos a qualquer tempo, com termo final em 5 (cinco) dias contados da arrematação, adjudicação ou remição, desde que antes da assinatura da respectiva carta. II &#8211; O conhecimento posterior da apreensão ou do ato expropriatório não enseja a oposição de embargos de terceiro, cabendo eventual ação anulatória, de competência da Justiça do Trabalho.</p>
<p>43. AÇÃO RESCISÓRIA. SUSPENSÃO DA EXECUÇÃO. Não se suspende a execução em caso de interposição de ação rescisória, exceto se concedida liminar pelo respectivo relator.</p>
<p>44. EMBARGOS DO DEVEDOR À CONTA DE LIQUIDAÇÃO. INSURGÊNCIA GENÉRICA SEM INDICAÇÃO DO VALOR DEVIDO. INADMISSIBILIDADE. AUSÊNCIA DE PRESSUPOSTO E REJEIÇÃO LIMINAR DO QUESTIONAMENTO (CLT, art. 879, § 2°, e art. 884, §§ 3° e 4o). Utilizada ou não a faculdade da Consolidação das Leis do Trabalho (art. 879, § 2°), não se admitem insurgências ao valor devido sem a apresentação do montante da divergência e do importe exato do item impugnado. Os embargos que discutam o cálculo têm por pressuposto processual a indicação precisa dos itens e valores devidos. A ausência desse pressuposto motiva o indeferimento liminar da medida.</p>
<p>45. REUNIÃO DE EXECUÇÕES POR CONVENIÊNCIA DA UNIDADE DA GARANTIA DA EXECUÇÃO. A execução em vários processos contra o mesmo devedor deverá ser conjunta, mediante a juntada de certidões de crédito ao processo em que efetivada a primeira penhora.</p>
<p>46. DEPÓSITO JUDICIAL. GARANTIA DA EXECUÇÃO PROVISÓRIA. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E JUROS. O depósito judicial para garantia da execução trabalhista não inibe a incidência de juros e correção monetária até a data do efetivo pagamento.</p>
<p>47. EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. AGRAVO DE PETIÇÃO. HIPÓTESE DE CABIMENTO. Cabe agravo de petição de decisão que acolhe exceção de pré- executividade (CLT, art. 897, &#8220;a&#8221;). Não cabe, porém, da decisão que a rejeita ou que não a admite, por possuir natureza interlocutória, que não comporta recurso imediato. (COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado é polêmico, isso porque muitos são os casos em que o Juiz trata a matéria com um simples despacho, dando-lhe contorno de mero despacho de expediente, quanto nele está sendo tratado matéria que deveria ser proferida uma sentença. Isso ocorre porque não temos, ainda, um Código de Processo do Trabalho.)</p>
<p>48. EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. MANDADO DE SEGURANÇA. INCABIMENTO. Incabível mandado de segurança da decisão que rejeita ou que não admite exceção de pré-executividade. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado está equivocado. Cabe sim. Se a parte se sente ameaçada no seu direito líquido e certo e o Juiz nega a Exceção, cabível o mandado de segurança pois não existe outra saída recursal. O Enunciado viola a ampla defesa</span>.)</p>
<p>49. AGRAVO DE PETIÇÃO. DECISÃO HOMOLOGATÓRIA DE ACORDO. Cabe agravo de petição pela União, e não recurso ordinário, contra decisão homologatória de acordo no que diz respeito à natureza das parcelas discriminadas, uma vez que o processo já se encontra em fase de execução.</p>
<p>50. AGRAVO DE PETIÇÃO. ALÇADA. Não cabe agravo de petição nas execuções de até 2 (dois) salários mínimos, por aplicação do art. 2o, §§ 3o e 4o, da Lei no 5.584/1970, recepcionados pela Constituição Federal.</p>
<p>51. AGRAVO DE PETIÇÃO. DELIMITAÇÃO DE MATÉRIAS E VALORES. Há exigência de nova delimitação de cálculos, em agravo de petição, quando acolhidos em parte os embargos à execução ou impugnação à sentença de liquidação, que implica alteração dos cálculos anteriormente elaborados; e o executado deixa de recorrer de algum dos pontos em que foi sucumbente.</p>
<p>52. AGRAVO DE PETIÇÃO. COMPLEMENTAÇÃO DE GARANTIA. Impõe-se a garantia integral do juízo para a admissibilidade do agravo de petição. Exigir-se-á complementação da garantia em caso de majoração da execução, inclusive em face de condenação por ato atentatório à dignidade da justiça ou por litigância de má-fé (Lei no 8.542/92, art. 8o e Instrução Normativa 03/93, item IV, alínea &#8220;c&#8221;, do Tribunal Superior do Trabalho). (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado viola a ampla defesa. Se for fixada multa ou penalidade qualquer na decisão, e se contra esta está sendo dirigido o recurso e se na mesma o Juiz não informa novo valor da execução, não cabe o complemento da garantia.</span> )</p>
<p>53. AGRAVO DE PETIÇÃO. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA. Não cabe agravo de petição de decisão interlocutória, ressalvadas as hipóteses em que estes atos se equiparam à decisão terminativa do feito, com óbice ao prosseguimento da execução, ou quando a pretensão recursal não possa ser manejada posteriormente.</p>
<p>54. EMBARGOS À EXECUÇÃO. EFEITOS SUSPENSIVOS. APLICAÇÃO DO ART. 475-M E 739-A, § 1o, DO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL (CPC). O oferecimento de embargos à execução não importa a suspensão automática da execução trabalhista, aplicando-se, subsidiariamente, o disposto nos arts. 475-M e 739-A, § 1o, do CPC. (<span style="text-decoration: underline;">COMENTÁRIO NOSSO: O Enunciado é ilegal, pois a CLT não permite que se aplique na execução trabalhista o art. 475 do CPC</span>)</p>
<p>55. EMBARGOS À EXECUÇÃO. GARANTIA DO JUÍZO. A garantia integral do juízo é requisito essencial para a oposição dos embargos à execução. Entretanto, na hipótese de garantia parcial da execução e não havendo outros bens passíveis de constrição, deve o juiz prosseguir à execução até o final, inclusive com a liberação de valores, porém com a prévia intimação do devedor para os fins do art. 884 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), independentemente da garantia integral do juízo.</p>
<p>|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||</p>
<p>Bem, entendo que os Enunciados são na sua maioria, ilegais. Violam não apenas artigos de Lei, mas Princípios norteadores do processo. Isso é lamentável, porque percebo que a busca é solucionar as execuções com repidez, mas seguindo, trilhando um caminho estranho a execução trabalhista que está regulada por Lei. Se esses Enunciados forem aplicados, haverá muita discussão na execução, fazendo com que quem não tem razão passe a te-la, e com isso a discutir o processo. Teremos uma Justiça mais conflituosa e com mais processos, mais atos processuais. Para mim, a execução deve ser a menos traumática possível ao devedor, isso está dito no art.620 do CPC, que se aplica ao caso trabalhista. É preciso que se entenda que do devedor trabalhista, temos dependendo dele, outros empregados que estão na ativa e dessa empresa recebem seus salários. Eu não acredito que esses Enunciados, os mais ilegais, vão decolar, acho que foi um bom exercício, mas na prática o Juiz certamente não vai rasgar a Lei, vai seguir o que a mesma prescreve. Seria bom encaminhar estes Enunciados a quem tem o poder de criar Lei no País, deveria ser enviado ao Congresso para que estudem as propostas.</p>
<p>Vamos em frente, 2011 promete!</p>
<p>Sds Marcos Alencar</p>
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		<title>EU DISSE: &#8220;Multa do 475 &#8211; J. NÃO pague esse mico!&#8221; A SDI CONFIRMA!!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 06:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Execução trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança de multa trabalhista ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança de multa trabalhista indevida]]></category>
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		<category><![CDATA[multa do art.475 J processo trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[não pague multa de 10% na execução trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[A cobrança da multa de 10% do art. 475 J do CPC nas execuções trabalhistas é indevida. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/multa-do-art475-j-nao-pague-esse-mico/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/multa-do-art475-j-nao-pague-esse-mico/" data-text="EU DISSE: &#8220;Multa do 475 &#8211; J. NÃO pague esse mico!&#8221; A SDI CONFIRMA!!" data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/multa-do-art475-j-nao-pague-esse-mico/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/04/multa-do-art475-j-nao-pague-esse-mico/"></g:plusone></div></div><h3 style="text-align: justify;">MULTA ART.475 J DO CPC NÃO É DEVIDA NO PROCESSO DO TRABALHO</h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Olá,</p>
<p style="text-align: justify;">O post abaixo, que considera um abuso a cobrança de multa do art. 475 J do CPC, <a href="http://www.netlegis.com.br/index.jsp?arquivo=detalhesNoticia.jsp&amp;cod=62578" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.netlegis.com.br/index.jsp?arquivo=detalhesNoticia.jsp_amp_cod=62578&amp;referer=');">foi confirmada pela SDI-1 do TST, em 07/07/2010</a>. (FONTE NETLEGIS), ou seja, estávamos certos nas nossas previsões e indignação. Para os que pagaram esse absurdo, cabe ação rescisória, certamente irá conseguir reaver o  confisco. (((segue o post abaixo, no original)))). </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sxc.hu/pic/m/f/fr/freaky03/1179304_gorilla.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.sxc.hu/pic/m/f/fr/freaky03/1179304_gorilla.jpg?referer=');"><img class="alignright" src="http://www.sxc.hu/pic/m/f/fr/freaky03/1179304_gorilla.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Prezados Leitores,</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas Varas do Trabalho estão agindo de forma contrária ao previsto na CLT, quanto as execuções trabalhistas, e impondo que o devedor pague 10% a mais do que deve.</p>
<p style="text-align: justify;">A multa do <a href="http://www.dji.com.br/codigos/1973_lei_005869_cpc/cpc0475ia0475r.htm" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dji.com.br/codigos/1973_lei_005869_cpc/cpc0475ia0475r.htm?referer=');">Art. 475 J do CPC</a> [ que aumenta em 10% a dívida que se discute na execução do processo civil ] vem sendo ilegalmente aplicada por Juízes Trabalhistas de primeira instância e amparada por alguns Tribunais do Trabalho, a exemplo do TRT da Paraíba [que já teve decisão anulada parcialmente por conta disso pelo TST].</p>
<p style="text-align: justify;">O TST [ Tribunal Superior do Trabalho ] já declarou de forma unânime [ pacífica e consolidada ] que a mesma não se aplica ao Processo do Trabalho, pois contraria o <a href="http://www.dji.com.br/decretos_leis/1943-005452-clt/clt880a883.htm" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dji.com.br/decretos_leis/1943-005452-clt/clt880a883.htm?referer=');">Art.880 da CLT</a>, que é artigo de Lei aplicável.</p>
<p style="text-align: justify;">A multa é ilegal, indevida, pelo simples fato da execução trabalhista ser regida pela CLT e pela Lei das Execuções Fiscais, não se aplicando esse dispositivo do Código de Processo Civil ao processo do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Magistrados que a aplicam certamente sabem disso, pois se tivessem respondido os seus exames quando dos concursos dessa forma, de que a execução trabalhista se rege pelo processo civil, obviamente teriam sido reprovados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, sabendo que não se aplica a famigerada multa, vem aplicando de forma ilegal nas referidas execuções, para pressionar o executado a &#8211; refém dessa situação &#8211; ceder e pagar o &#8220;mico&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segue resumo da<a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/no01/no_noticias.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=8339&amp;p_cod_area_noticia=ASCS&amp;p_txt_pesquisa=%34%37%35" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/ext02.tst.jus.br/pls/no01/no_noticias.Exibe_Noticia?p_cod_noticia=8339_amp_p_cod_area_noticia=ASCS_amp_p_txt_pesquisa=_34_37_35&amp;referer=');"> <span style="color: #0000ff;">decisão do TST em comento</span></a>, que repudia a aplicação da multa do art.475 J do CPC no processo do trabalho, a saber :</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os ministros da Sexta Turma entenderam não ser compatível aquela regra do processo civil com a norma trabalhista, pois, enquanto a multa do CPC estabelece prazo de quinze dias para pagamento, o art. 880 da CLT determina a execução em 48 horas, sob pena de penhora, não de multa</strong><em>.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A decisão da Sexta Turma foi no sentido de que a determinação de incidência da multa em processo trabalhista viola o art. 889 da CLT, que determina explicitamente a aplicação do processo dos executivos fiscais aos trâmites e incidentes do processo de execução. A aplicação do CPC, de acordo com o artigo 769 da CLT, é subsidiária: apenas é possível quando houver omissão da CLT.<br />
</strong><br />
Segundo o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, relator do recurso de revista, a desconsideração da regra do artigo 880 da CLT criaria verdadeira confusão processual, não só em relação ao prazo para cumprimento da obrigação, mais dilatado no processo civil, como também em relação à penhora. E analisa: &#8220;O julgador deveria cindir a norma legal para utilizar o prazo de 48 horas, menor, da CLT, com a multa disciplinada no CPC, ou aplicar o prazo do CPC, maior que o da CLT, com a multa e a penhora&#8221;.</p>
<p>Sds Marcos Alencar</p>
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		<title>O DIREITO DE SER CITADO NÃO PODE SER FLEXIBILIZADO.</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 23:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloqueio de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Execução trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[execução menos gravosa]]></category>
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		<description><![CDATA[O art.880 da CLT está sendo desrespeitado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/o-direito-de-ser-citado-nao-pode-ser-flexibilizado/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/o-direito-de-ser-citado-nao-pode-ser-flexibilizado/" data-text="O DIREITO DE SER CITADO NÃO PODE SER FLEXIBILIZADO." data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/o-direito-de-ser-citado-nao-pode-ser-flexibilizado/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/o-direito-de-ser-citado-nao-pode-ser-flexibilizado/"></g:plusone></div></div><h2 style="text-align: justify;">O DIREITO DO DEVEDOR SER CITADO PARA PAGAR A DÍVIDA, ESTÁ SENDO FLEXIBILIZADO, ATROPELADO PARA SER MAIS EXATO.</h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1331489_lollipops.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1331489_lollipops.jpg?referer=');"><img class="alignright size-full wp-image-3197" title="1331489_lollipops" src="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1331489_lollipops.jpg" alt="1331489_lollipops" width="209" height="300" /></a>Olá,</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o art. 880 da CLT, o devedor tem o direito de ser citado, comunicado, antes de sofrer qualquer restrição dos seus bens. Ele dispõe de um prazo de 48h para pagar ou optar por oferecer bens. Esta regra é antiga e vem sendo, por alguns, desprezada, e o motivo alegado é a celeridade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela celeridade, se pode atropelar a CLT e o rito processual, tudo vale ou vale tudo. Vejo isso com pesar, pois esperamos da Justiça um exemplo de cumprimento dos ditames legais e sinceramente isso está ficando fora de moda, em desuso.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada de significativo acontece contra isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal; font-size: medium;"><strong><a name="Art. 880"></a></strong>. O Juiz ou Presidente do Tribunal, requerida a execução, mandará expedir mandado de citação ao executado, a fim de que cumpra a decisão ou o acordo no prazo, pelo modo e sob as cominações estabelecidas, ou, em se tratando de pagamento em dinheiro, incluídas as contribuições sociais devidas ao INSS, para que pague em 48 (quarenta e oito) horas, ou garanta a execução, sob pena de penhora. (Alterado pela L-010.035-2000)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal; font-size: medium;">Simples e de fácil entendimento o caput deste artigo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal; font-size: medium;">Mas, estou vendo a ponta do &#8220;iceberg&#8221; e sem dar &#8220;nomes aos bois&#8221;, estou percebendo um tímido, por enquanto, movimento de atropelar (como eu disse antes) esta etapa do processo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal; font-size: medium;">A sentença é proferida líquida (com planilha de cálculos) e se a parte não recorrer &#8211; pimba! &#8211; toma um bloqueio direto nas contas bancárias, de ofício. O mandado de citação, aahhhhh, isso é coisa do passado!!! </span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu já disse aqui dezenas de vezes, centenas até, não estou defendendo o calote, apenas a Lei. Se o Juiz quer bloquear a conta assim, numa tacada só e sem dar nenhum aviso ao devedor, pode ser, mas antes precisamos mudar a Lei. Sem Lei, agir assim é estar por fora da Lei.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem um ditado que diz : &#8220;Uma mentira quanto é dita muitas vezes, se torna verdade&#8221;. A mesma coisa é essa tolerância ao abuso de procedimentos sem previsão legal. A coisa começa pequena e daqui há pouco, ao citar um artigo da CLT ou do CPC que diz exatamente o contrário do que está sendo praticado, você é apontado com dedo em riste como um Judas! acusado de &#8220;Legalista!&#8221; &#8211; já pensou??? É como se defender a aplicação da Lei fosse protelar o processo ou algo criminoso, burocrático.</p>
<p style="text-align: justify;">Olha, seria maravilhoso se o devedor trabalhista fosse preso, se ele &#8211; a pessoa física dele &#8211; fosse bloqueada numa cadeia. Vai pagar não? Então cadeia. Os processos seriam reduzidos a 10%. Mas&#8230;..não temos Lei que permita dar esse reles castigo ao devedor, temos que seguir etapas, momentos processuais, que não podem ser submetidos a essa bagunça que estamos vivendo e subversão do ilegal sobre o legal, nas execuções trabalhistas. O exemplo disso são os 55 Enunciados da Anamatra que critiquei democraticamente aqui com severidade, pois trata-se de tudo, uma receita para várias coisas, só esqueceram de fundamentar na Lei.</p>
<p style="text-align: justify;">São tímidas as manifestações em prol da Legalidade, é antipático ser legalista, antiético, cafona, fora de contexto. É isso. Fica aqui nosso protesto e desabafo, contra os abusos e arbitrariedades que estão surgindo, neste tópico de hoje, um grande monstro chamado insegurança jurídica com sobrenome de ativismo e célere, está engolindo os artigos da CLT.</p>
<p style="text-align: justify;">A execução deve ser a menos gravosa ao devedor, porque ao mesmo tempo pagam impostos, geram empregos e dependem deles outros trabalhadores, seus empregados. Mas&#8230;&#8230;dane-se o interesse coletivo em prol do processo, é isso que vejo acontecer.</p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal; font-size: medium;">Sds Marcos Alencar</span></p>
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		<title>&#8220;THE ECONOMIST&#8221; acusa Justiça do Trabalho de arcaica e protecionista. Será?</title>
		<link>http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/3180/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 12:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Alencar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O grande vilão é decidir sem base na Lei e estimular a insegurança jurídica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/3180/&amp;layout=box_count&amp;show_faces=false&amp;width=50&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light&amp;height=65" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:50px !important; height:65px;" allowTransparency="true"></iframe></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/3180/" data-text="&#8220;THE ECONOMIST&#8221; acusa Justiça do Trabalho de arcaica e protecionista. Será?" data-count="vertical" data-via="marcosalencar"  onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/twitter.com/share?referer=');"><!--Tweetter--></a></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><script type="in/share" data-url="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/3180/" data-counter="top"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-right"><g:plusone size="tall" href="http://www.trabalhismoemdebate.com.br/2011/03/3180/"></g:plusone></div></div><h2>A REPORTAGEM TEM UM FUNDO DE RAZÃO, PORÉM, É EXAGERADA E NÃO ABORDA A ORIGEM DO PROBLEMA.</h2>
<h2>O TRABALHISMO BRASILEIRO PRECISA DE UMA RECICLAGEM NOS SEUS FUNDAMENTOS.</h2>
<p style="text-align: justify;">Olá</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1340929_recycle1.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1340929_recycle1.jpg?referer=');"><img class="alignright size-full wp-image-3181" title="1340929_recycle" src="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1340929_recycle1.jpg" alt="1340929_recycle" width="300" height="169" /></a>O conceituado periódico econômico &#8220;THE ECONOMIST&#8221; publicou em 10/03/11 um artigo <a href="http://www.economist.com/node/18332906?story_id=18332906" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.economist.com/node/18332906?story_id=18332906&amp;referer=');">que condena e trata o Judiciário Trabalhista brasileiro como um tremendo vilão na condução das relações de emprego</a>. Chega ao ponto de fazer um alerta, do tipo, &#8220;empregadores, fujam do Brasil que o risco de condenação é grande!&#8221; . A singela reportagem trata ainda de cifras anuais de 10 bilhões de passivo que empregadores tem pago.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem acompanha o blog, sabe muito bem o que acho da nossa Justiça do Trabalho. As críticas que faço tem uma origem comum &#8211; O DESRESPEITO AO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE E A INSEGURANÇA JURÍDICA QUE ISSO GERA. Essa conta, se é de 10, 20, 30 Bi, ocorre em razão disso. Muitos empregadores tentam seguir a colcha de retalho da legislação trabalhista que vai muito além dos mais de 900 artigos da CLT, mas não conseguem se proteger do futuro incerto dos julgamentos trabalhistas.</p>
<p style="text-align: justify;">O que mais me preocupa são as decisões de Tribunais. Exemplifico com o de Minas Gerais, que recentemente decidiu um caso de um empregador portador do vírus HIV sem fundamentar-se na Lei, afirmando isso no corpo da decisão, dando a ele um direito que não existe, o de ser reintegrado por &#8220;presumir&#8221; que a demissão foi discriminatória. Ora, quanto custa isso? Como isso poderia ser previsto pelo empregador se o direito não está dito na Lei? Por imaginação? Refletir sobre o pensamento dos que julgam tem um elevado custo! É realmente arcaico e um comportamento de &#8220;terras de muro baixo&#8221;. A mesma coisa, algumas vezes, do TST (instância máxima trabalhista) que condenam e inauguram imensos precedentes, decidindo por emoção e achismo, buscando nos julgados uma solução social que deveria sim ser atendida pelo Estado e não pelo empregador.</p>
<p style="text-align: justify;">O Poder Judiciário não pode se envolver socialmente e nem politicamente ao decidir um caso, tem que apenas aplicar a Lei, é algo simples, mas o encantamento do poder de julgar como se acha e nada acontecer tem sido mais atrativo, simpático e confortador. PORÉM, afirmar como o &#8220;The Economist&#8221; afirma, que os empregadores devem fugir do Brasil, vejo isso com um tom de exagero e de inveja do crescimento assustador que estamos tendo aqui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1237682_untitled.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1237682_untitled.jpg?referer=');"><img class="alignright size-full wp-image-3182" title="1237682_untitled" src="http://www.marcosalencar.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1237682_untitled.jpg" alt="1237682_untitled" width="300" height="225" /></a>HÁ DETALHE QUE NÃO <a href="http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/economist-leis-arcaicas-penalizam-trabalhadores-e-empresas-no-brasil" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/economist-leis-arcaicas-penalizam-trabalhadores-e-empresas-no-brasil?referer=');">FOI COMENTADO PELA</a> <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/economia/leis-trabalhistas-arcaicas-atrapalham-a-geracao-de-emprego-no-brasil-diz-the-economist" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/veja.abril.com.br/noticia/economia/leis-trabalhistas-arcaicas-atrapalham-a-geracao-de-emprego-no-brasil-diz-the-economist?referer=');">MÍDIA EM GERAL</a></strong><strong> E QUE MERECE DESTAQUE. A REPORTAGEM  SE REFERE A UMA REDE DE FARMÁCIAS DE &#8220;PERNAMBUCO&#8221;, QUE FOI COMPRADA POR UM EMPRESÁRIO E ELE FOI CONDENADO COMO SUCESSOR DAS DÍVIDAS DO ANTIGO DONO. PERNAMBUCO É O ESTADO BRASILEIRO QUE MAIS CRESCE, QUE MAIS TEM CAPTADO INVESTIMENTOS EXTERNOS. SUAPE (O PORTO QUE É VINCULADO A CAPITAL RECIFE) TEM TIDO UM CRESCIMENTO VERTIGINOSO</strong>. <strong>SERÁ QUE O ARTIGO TEM ENDEREÇO CERTO? DE AFUGENTAR OS EMPRESÁRIOS EXTERNOS A NÃO INVESTIREM AQUI? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acima eu estou disponibilizando o link da reportagem, que tem livre acesso no site do referido periódico e abaixo transcrevo o artigo indicando tal site como fonte.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">O grande problema do trabalhismo brasileiro, QUE PRECISA DE UMA URGENTE RECICLAGEM, enumero os seguintes</span>:</p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; O Judiciário Trabalhista decide na maioria dos casos seguindo a Lei, mas quando envereda pelo rumo do achismo, do ativismo, do &#8220;ser legislador ao invés de julgador&#8221; e contra isso nada acontece. Para se recorrer de uma sentença ou Acórdão se paga uma fábula, sendo a nossa Justiça uma Justiça de RICOS. Não há um órgão judiciário correicional contra esse abuso de quebra da legalidade. O Juiz diz literalmente que não está cumprindo a Lei na sua decisão e fica por isso mesmo. Isso é uma violência e um tremendo desrespeito contra o Estado Democrático de Direito, é um abuso de autoridade exercido no julgamento. Não quero aqui tolher a liberdade necessária do Juiz de apreciar os fatos livremente e julgar. O que não pode é julgar contra o que está dito na Lei e exigir, do empregador ou do empregado, um comportamento que foge do previsto no ordenamento jurídico. Caberia aqui um CNJ específico, para checar a legalidade das decisões e punir quem decide contra a Lei, abertamente, como se nenhuma satisfação tivesse que dar para sociedade. A Constituição Federal é taxativa em obrigar ao Judiciário em fundamentar na Lei as suas decisões, de forma clara e objetiva (art.93, IX) e que ninguém pode ser obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da Lei (art.5, II). As regras do jogo são mudadas no decorrer do jogo!</p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; As execuções trabalhistas são um capítulo a parte dessa novela. Aqui sim se extrapola os limites da legislação também, literalmente executam os devedores (empregadores) com um rigor excessivo. Viola-se o art.620 do CPC (que se aplica ao processo trabalhista)  que prevê que a execução tem que seguir o caminho menos gravoso contra a pessoa do devedor. É preciso que se entenda que o devedor está gerando empregos, pagando impostos e que matá-lo só vai gerar desemprego e dificuldade para ele pagar o que deve. O capital que está em suas mãos é necessário para girar o negócio, pagar fornecedores, impostos, a folha dos empregados. Habitualmente o Judiciário bloqueia crédito de ofício (sem sequer a parte reclamante pedir isso, o que é mais uma ilegalidade), invadindo contas bancárias de sócios e ex-sócios, tendo a empresa outros bens para penhora. São corriqueiras outras violações como a penhora de salários (de ex-sócios) e de imóveis tidos como bem de família que a Lei protege contra a penhora. Até aposentadorias são alvo de confisco. A execução passa a ser uma forma de destruição do negócio, &#8220;matar a galinha dos ovos de ouro&#8221; que é a empresa. <strong>Isso aqui é um ponto que a reportagem não trata e que é o grande vilão contra o empreendedorismo. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-&gt; </strong>Vejo também um ponto de arbitrariedade na fiscalização do Ministério do Trabalho, pois ao invés de prestar uma missão de promover o empreendedorismo e estimular a abertura de novos negócios, aconselhando empresários e mediando conflitos, acirra a relação fazendo da ação fiscalizadora algo que aprecia e julga o caso ao mesmo tempo. Considerando o valor das multas, o empregador tem medo e recua quando do enfrentamento. Fiscaliza-se o empregador como se ele fosse um fora da Lei, tendo ele o dever de provar que é inocente. Infelizmente é esta a exata sensação que tenho quando me relaciono com órgãos fiscalizadores e incluo aqui o Ministério Público do Trabalho, que para tudo quer que o empregador se enforque assinando um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) sob pena se sofrer uma ação civil pública visando a condenação dele empregador por danos morais coletivos. O detalhe é que na Lei não existe definição para o que venha a ser &#8220;dano moral coletivo&#8221;. Isso está banalizado no nosso sistema judiciário, contando o MP com uma conivência do Judiciário Trabalhista que recebe estas ações com naturalidade e não como uma regra de exceção.</p>
<p style="text-align: justify;">-&gt; Há também uma falha no nosso sistema Judiciário Trabalhista, que é o processo do trabalho seguir sem um Código de Processo específico. Cada Vara e cada Magistrado Trabalhista cria o seu próprio rito processual de audiência. É uma salada de procedimentos, que confundem principalmente os empregadores que não estão todos os dias litigando. Sofrem pesados danos com isso, perdem muitos processos por não conhecerem os meandros procedimentais de cada Vara. Isso é outro absurdo, não se pode conceber um processo sem procedimento. O custo financeiro que isso gera é catastrófico. O atraso de audiências entra aqui também.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses pontos acima, traduzem o caos que vivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">O ARTIGO DEVERIA TAMBÉM TER TRATADO DA CONIVÊNCIA DOS EMPREGADORES BRASILEIROS QUE FICAM INERTES A TUDO ISSO, PRINCIPALMENTE ESTE ABUSO DE JULGADOS QUE VIOLAM A LEGALIDADE E QUE VEM SE ALASTRANDO.</p>
<p style="text-align: justify;">A MODA É CRIAR LEI AO JULGAR, MAS O EMPRESARIADO NÃO REAGE, SEQUER SE MANIFESTA PUBLICAMENTE PARA MUDAR A IMAGEM DE QUE, QUEM EMPREGA, NÃO PODE SER TRATADO COMO UM FORA DA LEI.</p>
<p style="text-align: justify;">Segue o artigo:</p>
<p style="text-align: justify;">
<div>IN 1994 Ricardo Lemos (not his real name) and two friends bought a chain of pharmacies in Pernambuco, in Brazil’s north-east. Immediately afterwards they were taken to court by four former employees of the pharmacies who claimed they were owed 500,000 reais (then $570,000) for overtime and holidays. Since the new owners lacked the payroll records, the labour court ruled against them—even though they had only just bought the business and the claimants had been in charge of payroll and work scheduling. The court froze their bank accounts, so they had to close the stores, with 35 redundancies. Seventeen years later three of the cases have been settled, for a total of 191,000 reais. The last drags on as the claimant’s widow and son squabble over how much to accept.</div>
<div>Mr Lemos and his partners fell foul of Brazil’s labour laws, a collection of workers’ rights set out in 900 articles, some written into the country’s constitution. They were originally derived from the corporatist labour code of Mussolini’s Italy. They are costly: redundancies “without just cause” attract a fine of 4% of the total amount the worker has ever earned, for example. (Neither a lazy employee nor a bankrupt employer constitutes just cause.) Some are oddly specific: for example, annual leave can only be taken in one or two chunks, neither of less than ten days. In 2009, 2.1m Brazilians opened cases against their employers in the labour courts. These courts rarely side with employers. The annual cost of running this branch of the judiciary is over 10 billion reais ($6 billion).</div>
<div>usinessmen have long complained that these onerous labour laws, together with high payroll taxes, put them off hiring and push them to pay under the table when they do. When Luiz Inácio Lula da Silva, a former union leader, became Brazil’s president in 2003, they hoped he would be better placed than his predecessors to persuade workers that looser rules would be better for them. But scandals in his first term derailed these and other hoped-for reforms. More recently, as Brazil’s economy has boomed, with record numbers of jobs created, the need for change has seemed less pressing (see article). The laws are “very up-to-date”, the labour minister, Carlos Lupi, said in December. He wants firing workers to become still pricier.</div>
<div>That many of the new jobs are formal (ie, legally registered) is despite, rather than because of, the labour laws. The trend to formalisation is largely a result of the greater availability of bank credit and equity capital on the one hand, and recent changes that make it easier to register micro-businesses on the other. And it coexists with two longstanding Brazilian weaknesses: high job turnover and low productivity growth.</div>
<div>Gustavo Gonzaga, an economist at Rio de Janeiro’s Catholic University, notes that a remarkable one-third of Brazilian workers are made redundant each year, a fact he attributes in part to the labour laws themselves. These are extraordinarily rigid: they prevent bosses and workers from negotiating changes in terms and conditions, even if they are mutually agreeable. They also give workers powerful incentives to be sacked rather than resign. Generous and poorly designed severance payments cause conflict, Mr Gonzaga says, and encourage workers to move frequently. That churn affects productivity, as employers prefer not to spend on training only to see their investment walk away.</div>
<div>Recently, the cause of reform has gained a surprising recruit: the very trade union that Lula himself once led. The ABC metalworkers’ union, which represents 100,000 workers in the industrial suburbs of São Paulo, is trying to make union-negotiated agreements binding in the labour courts. At present unions in Brazil cannot strike the sort of deals that are common elsewhere, such as accepting pay cuts during downturns in return for no job losses, since individual workers may later ask the labour courts to unpick them. Hélio Zylberstajn, the president of the Brazilian Institute of Employment and Labour Relations, a study group, thinks the initiative is promising. Unions with the power to negotiate might spend more time representing their members and less cosying up to politicians, he says. And employees’ grievances might get resolved quickly in the workplace, rather than slowly in court.</div>
<div>The metalworkers’ proposals could improve matters, at least for big companies. For smaller firms, and foreign investors, the best advice will still be “employer, beware”. Ana Rita Gomes, of Mattos Filho Advogados, a São Paulo law firm, talks to potential clients about what she calls “pots of gold”: practices that seem innocuous to the uninitiated, but lead straight to the labour courts. One example is stating salaries in a foreign currency. Exchange-rate fluctuations mean that this falls foul of a ban on ever paying an employee less one month than the previous one. Once her clients are suitably terrified, she explains why they should still proceed—with caution. “These difficulties put other investors off,” she says. “That means less competition for them, and higher profits.”</div>
<div>In Pernambuco Mr Lemos is turning his mistakes to good use by advising other businessmen. He tells them to walk away from a deal unless the seller can produce payroll records, settles all outstanding labour-court cases and promises compensation if further cases are brought regarding matters that predate the sale. The new owner will still be liable if the old one cannot pay, he says, but at least there is less scope for bad faith. He recently learned that before his own ill-starred purchase the seller told his staff that the new boss was rich, and that they should save up their grievances until the deal went through.</div>
<p>Segue o artigo traduzido no Google tradução :  <span style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; font-size: 19px;"><span style="background-color: #ffffff;" title="IN 1994 Ricardo Lemos (not his real name) and two friends bought a chain of pharmacies in Pernambuco, in Brazil's north-east.">EM 1994 Ricardo Lemos (não seu nome real) e mais dois amigos compraram uma rede de farmácias em Pernambuco, no norte do Brasil-leste. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Immediately afterwards they were taken to court by four former employees of the pharmacies who claimed they were owed 500,000 reais (then $570,000) for overtime and holidays.">Imediatamente depois, eles foram levados ao tribunal por quatro ex-funcionários das farmácias que afirmavam que eram devidos 500.000 reais (570.000 dólares em seguida) para horas extras e férias. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Since the new owners lacked the payroll records, the labour court ruled against them—even though they had only just bought the business and the claimants had been in charge of payroll and work scheduling.">Uma vez que os novos proprietários não tinham registros da folha de pagamento, a Justiça do Trabalho determinou contra eles, apesar de terem apenas comprou o negócio e os requerentes tinham sido encarregue de fixar os salários e trabalho.</span><span style="background-color: #ffffff;" title="The court froze their bank accounts, so they had to close the stores, with 35 redundancies.">O juiz congelou suas contas bancárias, assim que tiveram que fechar as lojas, com 35 demissões. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Seventeen years later three of the cases have been settled, for a total of 191,000 reais.">Dezessete anos depois, três dos casos foram resolvidos, para um total de 191 mil reais. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="The last drags on as the claimant's widow and son squabble over how much to accept.">O último se arrasta como a viúva do reclamante e disputa sobre quanto o filho a aceitar. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Mr Lemos and his partners fell foul of Brazil's labour laws, a collection of workers' rights set out in 900 articles, some written into the country's constitution.">Sr. Lemos e seus sócios entrou em choque com as leis trabalhistas do Brasil, uma coleção dos direitos dos trabalhadores estabelecidos em 900 artigos, alguns escritos na constituição do país. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="They were originally derived from the corporatist labour code of Mussolini's Italy.">Eles foram originalmente derivado do código do trabalho corporativista da Itália de Mussolini. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="They are costly: redundancies “without just cause” attract a fine of 4% of the total amount the worker has ever earned, for example.">Eles são caros: os despedimentos &#8220;sem justa causa&#8221; atrair uma multa de 4% do montante total que o trabalhador já ganhou, por exemplo. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="(Neither a lazy employee nor a bankrupt employer constitutes just cause.) Some are oddly specific: for example, annual leave can only be taken in one or two chunks, neither of less than ten days.">(Nem um funcionário preguiçoso, nem um empregador falido, constitui justa causa.) Algumas são estranhamente específicos: por exemplo, férias anuais só podem ser tomadas em um ou dois pedaços, nem de menos de dez dias. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="In 2009, 2.1m Brazilians opened cases against their employers in the labour courts.">Em 2009, 2,1 milhões de brasileiros abriu processos contra os seus empregadores na Justiça do Trabalho.</span><span title="These courts rarely side with employers.">Estes tribunais raramente lado com os empregadores. </span><span title="The annual cost of running this branch of the judiciary is over 10 billion reais ($6 billion).">O custo anual de funcionamento deste ramo do Judiciário tem mais de 10 bilhões de reais (US $ 6 bilhões). </span><span style="background-color: #ffffff;" title="usinessmen have long complained that these onerous labour laws, together with high payroll taxes, put them off hiring and push them to pay under the table when they do.">usinessmen reclamam há muito tempo que estas leis trabalhistas onerosas, com encargos sociais elevados, colocá-los fora de contratação e empurrá-los para pagar por baixo da mesa quando o fazem. </span><span title="When Luiz Inácio Lula da Silva, a former union leader, became Brazil's president in 2003, they hoped he would be better placed than his predecessors to persuade workers that looser rules would be better for them.">Quando Luiz Inácio Lula da Silva, um ex-líder sindical, tornou-se presidente do Brasil em 2003, eles esperavam que ele estaria em melhor posição do que seus antecessores para convencer os trabalhadores que as regras mais frouxas seria melhor para eles. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="But scandals in his first term derailed these and other hoped-for reforms.">Mas os escândalos em seu primeiro mandato descarrilou essas e outras esperado para as reformas. </span><span title="More recently, as Brazil's economy has boomed, with record numbers of jobs created, the need for change has seemed less pressing (see article).">Mais recentemente, como a economia do Brasil tem crescido, com um número recorde de empregos criados, a necessidade de mudança pareceu menos urgentes (ver artigo). </span><span style="background-color: #ffffff;" title="The laws are “very up-to-date”, the labour minister, Carlos Lupi, said in December.">As leis são &#8220;muito up-to-date&#8221;, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse que em dezembro.</span><span title="He wants firing workers to become still pricier.">Ele quer a demissão de trabalhadores para se tornarem ainda mais caros. </span><span title="That many of the new jobs are formal (ie, legally registered) is despite, rather than because of, the labour laws.">Que muitos dos novos empregos são formais (ou seja, legalmente registrada) é, apesar de, ao invés de devido, à legislação trabalhista. </span><span title="The trend to formalisation is largely a result of the greater availability of bank credit and equity capital on the one hand, and recent changes that make it easier to register micro-businesses on the other.">A tendência para a formalização é um grande resultado da maior disponibilidade de crédito bancário e capital social, por um lado, e as recentes alterações que tornam mais fácil para registrar as micro-empresas, por outro. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="And it coexists with two longstanding Brazilian weaknesses: high job turnover and low productivity growth.">E isso convive com dois pontos fracos de longa data no Brasil: rotatividade elevada e baixo crescimento da produtividade. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Gustavo Gonzaga, an economist at Rio de Janeiro's Catholic University, notes that a remarkable one-third of Brazilian workers are made redundant each year, a fact he attributes in part to the labour laws themselves.">Gustavo Gonzaga, economista da Católica do Rio de Janeiro University, observa que uma notável de um terço dos trabalhadores brasileiros são despedidos por ano, um fato que ele atribui em parte às próprias leis trabalhistas. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="These are extraordinarily rigid: they prevent bosses and workers from negotiating changes in terms and conditions, even if they are mutually agreeable.">Estes são extremamente rígidas: eles impedem que os patrões e os trabalhadores de negociar mudanças nos termos e condições, mesmo que sejam mutuamente aceitáveis. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="They also give workers powerful incentives to be sacked rather than resign.">Eles também dar aos trabalhadores incentivos poderosos para ser demitido, em vez de renunciar. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Generous and poorly designed severance payments cause conflict, Mr Gonzaga says, and encourage workers to move frequently.">Generoso e mal projetado indenização conflito causa pagamentos, deputado Gonzaga diz, e incentivar os trabalhadores a mudar frequentemente. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="That churn affects productivity, as employers prefer not to spend on training only to see their investment walk away.">Essa rotatividade afeta a produtividade, como os empregadores preferem não gastar em treinamento só para ver seu investimento ir embora. </span><span title="Recently, the cause of reform has gained a surprising recruit: the very trade union that Lula himself once led.">Recentemente, a causa da reforma ganhou um recruta surpreendente: o sindicato muito que o próprio Lula já liderou. </span><span title="The ABC metalworkers' union, which represents 100,000 workers in the industrial suburbs of São Paulo, is trying to make union-negotiated agreements binding in the labour courts.">O sindicato dos metalúrgicos do ABC &#8220;, o que representa 100.000 trabalhadores nos subúrbios industriais de São Paulo, está tentando fazer acordos coletivos negociados obrigatório em todos os tribunais trabalhistas. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="At present unions in Brazil cannot strike the sort of deals that are common elsewhere, such as accepting pay cuts during downturns in return for no job losses, since individual workers may later ask the labour courts to unpick them.">Aos sindicatos presentes no Brasil não pode atacar o tipo de negócios que são comuns em outros lugares, como aceitar cortes nos salários durante as recessões, em troca de trabalho sem perdas, uma vez que os trabalhadores individuais podem solicitar posteriormente a Justiça do Trabalho para desfazer deles. </span><span title="Hélio Zylberstajn, the president of the Brazilian Institute of Employment and Labour Relations, a study group, thinks the initiative is promising.">Hélio Zylberstajn, presidente do Instituto Brasileiro do Emprego e Relações do Trabalho, um grupo de estudo, acredita que a iniciativa é promissora. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Unions with the power to negotiate might spend more time representing their members and less cosying up to politicians, he says.">Sindicatos com o poder de negociar poderia passar mais tempo que representam os seus membros e menos aproximando-se aos políticos, diz ele. </span><span title="And employees' grievances might get resolved quickly in the workplace, rather than slowly in court.">E as queixas dos trabalhadores pode ter resolvido rapidamente no local de trabalho, ao invés de lentamente no tribunal. </span><span title="The metalworkers' proposals could improve matters, at least for big companies.">propostas dos metalúrgicos poderiam melhorar a situação, pelo menos para as grandes empresas. </span><span title="For smaller firms, and foreign investors, the best advice will still be “employer, beware”.">Para as empresas menores, e os investidores estrangeiros, o melhor conselho ainda será &#8220;empregador, tome cuidado&#8221;. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Ana Rita Gomes, of Mattos Filho Advogados, a São Paulo law firm, talks to potential clients about what she calls “pots of gold”: practices that seem innocuous to the uninitiated, but lead straight to the labour courts.">Ana Rita Gomes, do Mattos Filho Advogados, um escritório de advocacia de São Paulo, conversa com potenciais clientes sobre o que ela chama de &#8220;potes de ouro&#8221;: as práticas que parecem inofensivas para os não iniciados, mas levar-nos directamente para os tribunais de trabalho. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="One example is stating salaries in a foreign currency.">Um exemplo é a indicação dos salários em moeda estrangeira. </span><span title="Exchange-rate fluctuations mean that this falls foul of a ban on ever paying an employee less one month than the previous one.">flutuações cambiais significa que esta é contrária à proibição de nunca pagar um trabalhador menos um mês do que o anterior. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="Once her clients are suitably terrified, she explains why they should still proceed—with caution.">Uma vez que seus clientes sejam devidamente aterrorizada, ela explica que eles ainda devem proceder com cautela. </span><span title="“These difficulties put other investors off,” she says.">&#8220;Essas dificuldades são outros investidores fora&#8221;, diz ela. </span><span title="“That means less competition for them, and higher profits.”">&#8220;Isso significa menos concorrência para eles, e os lucros mais elevados.&#8221; </span><span style="background-color: #ffffff;" title="In Pernambuco Mr Lemos is turning his mistakes to good use by advising other businessmen.">Em Pernambuco, o Sr. Lemos está a transformar os seus erros para uma boa utilização, pelo que aconselha outros empresários.</span><span style="background-color: #ebeff9;" title="He tells them to walk away from a deal unless the seller can produce payroll records, settles all outstanding labour-court cases and promises compensation if further cases are brought regarding matters that predate the sale.">Ele diz-lhes para andar longe de um negócio a menos que o vendedor pode produzir registos de pagamentos, resolve todos os casos pendentes tribunal de trabalho e promete mais casos de compensação, se são trazidos sobre assuntos que são anteriores à venda. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="The new owner will still be liable if the old one cannot pay, he says, but at least there is less scope for bad faith.">O novo proprietário continuará a ser responsável se o velho não pode pagar, diz ele, mas pelo menos há menos possibilidade de má-fé. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="He recently learned that before his own ill-starred purchase the seller told his staff that the new boss was rich, and that they should save up their grievances until the deal went through.">Recentemente, ele aprendeu que, antes de sua compra próprias malfadadas o vendedor disse aos seus funcionários que o novo patrão era rico, e que devem salvar as suas reclamações até que o negócio passou.</span></span></p>
<p>Sds Marcos Alencar</p>
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